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NetLabels
17.10.06
  • Currently 4.00/5
Nota: 4.0 (2 votos)
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A estréia vem repleta de artistas desconhecidos, independentes, novos e, é claro, figurões deste mundinho submerso. Permita-se surpreender. Ouça e exercite seu senso crítico sobre o que é encontrado absolutamente de graça, a qualquer hora, na web. Terra fértil de música eletrônica vanguardista, as netlabels já são relacionadas a uma linguagem sonora típica e variada. É inevitável não reparar que microhouse, glitchs, ‘experilentos’, minimalismo, dubby techno e um pé na atmosfera sublime de Detroit predominam. Novas tecnologias X velhos aparatos, perspectivas coletivas X autoditatismo intelectual… Esta é a vibe do nosso laboratório-caldeirão de hoje. Espero que curtam. Mandem seus pontos de vistas sobre os lançamentos virtuais.

Mais Info
Baixaria: o império das netlabels é livre: http://www.rraurl.com/cena/texto.php?id=2148

3nity vs F.Krupp – “S7” (Conteúdo, 2006)
O cabeça do coletivo/netlabel mineiro Conteúdo não vive só conectado no minimalismo abstrato, direto e reto da safra atual. Foi a “S7” que me contou… 3nity, também conhecido como Tadeus Mucelli, parceiro de Menorah e Duduart, se sai bem com este breakbeat introspectivo.
http://www.conteudorecords.com.br

Shubaka – “Facial Good” (Sweet Smelling Surfaces, 2004)
Após descobrir meio que sem querer o Shubaka através do formidável EP de hip hop asbtrato “Fuckin A.”, ficou difícil ignorar este nome obscuro. Mas o único lançamento sem ser o disco prensado pelo pequeno selo UBX é o seu primeiro, “Wanna Bang”, da onde sai este som. “Facial Good” faria uma bela duplinha com hits do último álbum do Mouse On Mars, Radical Connector. Detalhe: A foto acima é a capa do release.
http://www.sumodehouse.com/sss

Miles Moore – “Near Madness” (Epsilonlab, 2006)
Miles Moore??? Um dos seu únicos registros é o EP virtual “Tales From the Invisible Man”, que injeta cores no catálogo de um dos melhores netlabels, o canadense Epsilonlab. De Montreal, Miles faz uma correria electro-acústica e já tocou com gente do calibre de Osunlade (produtor que, aliás, lança por seu pequenino selo de deep house Gotsoul). “Near Madness” deve satisfazer fãs de Morgan Geist, Metro Area, e afins.
http://www.epsilonlab.com

Einsten On The Beach – “Einsten On The Beach” (Motronic, 2006)
Antes do Einsten On The Beach se separar, deixou o EP “Evolutions”, como estréia do selinho da Motronic. Foi nas paulistanas festas de clima lá em casa que a cria de George Alveskog e Luis Bergmann fora descoberta nos últimos dois anos. O duo de músicos e produtores multimídias tem uma queda enorme por micro-samplings improvisados. Descubra você mesmo. Se gostar, não deixe de cobrar o crew Motronic por mais netlançamentos. =P
http://www.motronic.com.br

Vincent Casanova feat. Sally Amato – “She Loves” (Epsilonlab, 2005)
Vincent Casanova é prolífico no meio deep house e tech-house dos selos virtuais. Apadrinhou recentemente o mineiro Tadeus aka 3nity pelo seu netlabel Subtropical. Com três EPs, sendo um do projeto audiovisual Addd, Vincent também imprimiu um remix para os bleeps mineiríssimos. A melódica “She Loves” é sua única parceria com Sally Amato. Pode-se dizer que o negócio deu bem certo...

Psilodump – “Sur och Rund” (Oscilator, 2004)
“Sur och Rund” saiu na coletânea Dominique Deveraux, colocando Psilodump pela primeira vez no casting do inusitado Oscilator, que também é um programa de rádio online. O IDManíaco sueco comanda os selos 476 e X-Dump, nesta mesma pegada esquizotrônica.
http://www.oscilator.net

Alexandre Bilodeau – “Energy” (Vincent Casanova Remix) (Epsilonlab, 2005)
Alexandre Bilodeau é mais uma supresinha do Epsilonlab. Em seu primeiro lançamento digital pelo netbalel, contou com versões dos grandes figurões da inquieta turma, como Éloi Brunelle, Pheek (aquele mesmo que veio no Micro-Mutek@Technova), Mateo Murphy… Aqui, entrou a versão do já mencionado Casanova. Bilodeau, que também produz hip hop em grupos independentes, lançou em 2004 o álbum de tech-house Wois Tu-ça, que pode ser baixado free em http://www.acadieurbaine.net.

Mateo Murphy – “Rising” (Thinner, 2003)
Figurinha carimbada na cena de Montreal, Mateo Murphy é hábil em passear entre house e techno. Suas faixas já foram parar no case de renomados, como Derrick May e Carl Cox. Mateo Murphy trabalhou como gerente artístico de diversos selos, inclusive o Turbo, do Tiga, com quem já produziu nos estúdios. “The Rising EP” é uma de suas imerções pela pioneira Thinner.
http://www.thinner.cc

Ben Businovski – “Communication Bridge” (Thinner, 2006)
Recente parceiro do notável Justin Berkovi (Music Man, Force Inc., D-jax Up Beats, Harthouse), Ben Businovski manda suas idéias a partir da Coréia do Sul. O dubby techno “Communication Bridge” está no seu primeiro album Simulacraic Wonderland. Ponto positivo para Businovski que prestou atenção nas aulas da turma do Basic Channel.

Jeff Bennett – “Extension” (Kung Fu Dub, 2005)
Alguém pode desligar um pouco o Jeff Bennett dos picos wi-fi? É que tá difícil acompanhar os releases de sua Kung Fu Dub. Sem falar, que ele lança também pelo Poker Flat, Treibstoff e Plastic City (o mesmo que descobriu o Gui Boratto, antes da Kompakt), entre outros. Coloque Lee Perry, Mad Professor, 808 State, Derrick May, Speed J., Richie Hawtin e Terry Lee Brown Junior numa máquina de lavar e imagine sua discografia… Com “Extension”, vai ficar mais uma impressão de sua inspiração vinda do techno-soul detroitiano.

Max Underson – “Numbers” (Conteúdo, 2006)
No mínimo uma revelação nacional do techno, Max Underson é um netlabelmaníaco assumido. Com diversas faixas inéditas espalhadas entre amigos e até uma homenagem para a noite Mothership (onde costuma tocar no D-Edge), até que enfim alguém lançou o criativo!!! Na linha deep, cada som que manda é “um melhor que o outro”. Atualmente, envereda pelo minimal com pé no dub através de alcunhas diversas. Se não conhece, relaxe, ainda irá ouvir falar muito…

Menorah – “Memórias” (Conteúdo, 2006)
Menorah, que às vezes tende para ‘Menojah’, é outro expoente máximo do techno no Brasil. Lá da terrinha em que o povo grita mais do que dança na pista, sua linha de pesquisa é ampla. O que mais surte efeito em suas produções é o deep techno e o dub eletrônico. A última vez que São Paulo conferiu o fodástico live act do mineiro foi em uma Sunday Away minimalista no Tostex… Tá na hora de voltar, ein?!

Marko Furstenberg – “Porn Infection” (Thinner, 2005)
Da região central da Germânia, Furstenberg é um dos mais ativos no catálogo da Thinner. Tanto com seu nome original, como sob os alter egos Dolby e Surphase. Fã declarado dos conterrâneos Basic Channel e Chain Reaction, pode ser considerado um belo fruto das raízes jamaicanas na eletrônica. Com a expansão do minimal na mídia, são nomes assim que também devem vir hipnotizar nossas pistas.

comentários
Tadeu
Tadeu (23.10.06)
0AprovadoQueima
boas inspirações e conteúdo
daniel
daniel (20.10.06)
0AprovadoQueima
Que joia!!, baixando!!
e na espcta!!