Aniversáro da Quebrada + Discology hoje, com Mike Simonetti

A DISCOLOGY vs QUEBRADA vai assoprar suas três velinhas com muita classe hoje. O nova-iorquino Mike Simonetti é o DJ convidado de honra da pista de clássicos da noite.
Mike é o cabeça dos cultuados selos Troubleman e Italians Do It Better, lar de uma porção de artistas que transitam entre electro, italo, disco e pop, como Glass Candy, Chromatics e Farah.
O DJ é figurinha carimbada da noite de Nova York e já se envolveu em um monte de clubes e projetos legais na cidade, sempre mandando uma bem temperada mistura de pós-punk, disco, italo, acid house e electro.
Na pista Quebrada, tocam parceiros de longa data da festa: Nepal, Benjamin Ferreira, França e Daniel Cozta, além do aniversariante Camilo Rocha, que entra na etapa "enta" com corpo e alma de garoto.
Eu terei a honra de abrir a pista Discology para o americano; Camilo mostrará seus clássicos depois do convidado de honra. A festa realmente promete, e se você ficou com vontade, mas tá duro, o jeito é acertar a resposta pra esta pergunta:
Qual é o nome da primeira festa semanal criada por Mike Simonetti em Nova York? Dicas: foi no ano de 1998 e rolava no Knitting Factory
Os dois primeiros acertadores, levam um par de VIPs cada. Já pro Google!
DISCOLOGY vs QUEBRADA ESPECIAL 3 ANOS @ Vegas
http://www.vegasclub.com.br/
Sábado 06/set
Rua Augusta, 765
R$ 35
DJs residentes
Camilo Rocha e Clau Assef
06.09.08 16:35Deixe seu comentário

A DISCOLOGY vs QUEBRADA vai assoprar suas três velinhas com muita classe hoje. O nova-iorquino Mike Simonetti é o DJ convidado de honra da pista de clássicos da noite.
Mike é o cabeça dos cultuados selos Troubleman e Italians Do It Better, lar de uma porção de artistas que transitam entre electro, italo, disco e pop, como Glass Candy, Chromatics e Farah.
O DJ é figurinha carimbada da noite de Nova York e já se envolveu em um monte de clubes e projetos legais na cidade, sempre mandando uma bem temperada mistura de pós-punk, disco, italo, acid house e electro.
Na pista Quebrada, tocam parceiros de longa data da festa: Nepal, Benjamin Ferreira, França e Daniel Cozta, além do aniversariante Camilo Rocha, que entra na etapa "enta" com corpo e alma de garoto.
Eu terei a honra de abrir a pista Discology para o americano; Camilo mostrará seus clássicos depois do convidado de honra. A festa realmente promete, e se você ficou com vontade, mas tá duro, o jeito é acertar a resposta pra esta pergunta:
Qual é o nome da primeira festa semanal criada por Mike Simonetti em Nova York? Dicas: foi no ano de 1998 e rolava no Knitting Factory
Os dois primeiros acertadores, levam um par de VIPs cada. Já pro Google!
DISCOLOGY vs QUEBRADA ESPECIAL 3 ANOS @ Vegas
http://www.vegasclub.com.br/
Sábado 06/set
Rua Augusta, 765
R$ 35
DJs residentes
Camilo Rocha e Clau Assef
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Gui Boratto se apresenta no Skol com ex-batera da Maria Rita e Dada Attack
05.09.08 00:157 comentários
Mais que acertado o Gui Boratto fechar o Skol Beats deste ano, você deve concordar comigo. Com uma programação mais magra e sem grandes novidades, acho que o show do Gui será um bom motivo pra levar velhinhos cansados, como eu, ao Anhembi (aliás, estou gagá ou teve mesmo uma notícia de que o Skol seria este ano novamente no Autódromo?).
Palpitaiadas sobre o line-up à parte, Gui vai se apresentar em formato de gala. Em sua companhia, estarão nada menos que Dada Attack, um dos jovens produtores de quem eu mais gosto no Brasil, o tecladista Guilherme Costa e o baterista Cuca Teixeira. Mais conhecido do público de MPB, Cuca já tocou com Marina Lima e Maria Rita e, segundo Gui, é o melhor batera do país.
Na apresentação, bateria e synths vão rolar bem no improviso. Saulo, o Dada Attack, vai levar sua coleção de brinquedinhos com circuit bending. Aliás, esse menino é danado. Jajá conto aqui a última que ele aprontou... é babado.
Do laptop do Gui deve sair a coleção de singles quentíssimos que ele tem apresentado nos clubes e festivais mais fervidos do planeta. Uma ótima notícia soprada pelos ventos do Skol Beats. Como diria o povo do Pânico, "vô".

Palpitaiadas sobre o line-up à parte, Gui vai se apresentar em formato de gala. Em sua companhia, estarão nada menos que Dada Attack, um dos jovens produtores de quem eu mais gosto no Brasil, o tecladista Guilherme Costa e o baterista Cuca Teixeira. Mais conhecido do público de MPB, Cuca já tocou com Marina Lima e Maria Rita e, segundo Gui, é o melhor batera do país.
Na apresentação, bateria e synths vão rolar bem no improviso. Saulo, o Dada Attack, vai levar sua coleção de brinquedinhos com circuit bending. Aliás, esse menino é danado. Jajá conto aqui a última que ele aprontou... é babado.
Do laptop do Gui deve sair a coleção de singles quentíssimos que ele tem apresentado nos clubes e festivais mais fervidos do planeta. Uma ótima notícia soprada pelos ventos do Skol Beats. Como diria o povo do Pânico, "vô".

Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Basta já de minimal
28.08.08 20:4647 comentários
Enquanto aguardo a hora de ir para o Palácio das Artes ver a abertura do Eletronika, com show de Fernanda Takai e Maki Nomiya, do Pizzicato Five, aqui em BH, aproveito pra ouvir de novo "Minimal", do Matias Aguayo, em remix do Koze.
Quanto mais vezes eu ouço, mas entendo o espírito de auto-tiração de onda. Mas também começo a achar que é um pouco de desabafo mesmo.
Porque o minimal virou música eletrônica genérica, né, gente. É só colocar uns loops mais secos, uns graves mais hipnóticos, uns barulhinhos e pronto. Nasce uma nova faixa de minimal.
Então se essa música do Matias é uma espécie de protesto, um pedido, um recado, eu assino embaixo. E, se as coisas continuarem como vão, em breve alguém lança uma "Basta Ya de New Disco", né.
Abaixo um trechinho da letra:
Cuz that music has no groove, has no balls
No me hace pumpin pumpin pumpin
Porque yo quiero bailar
Con un ritmo mas nocturno
Mas profundo mas sensual
Basta ya de minimal
Que es lo que bailo, otras movidas
Mas adelante, you gonna get
Porque yo quiero bailar, con un ritmo mas nocturno , mas profundo,
mas sensua,l basta ya de minimal!

E a música, você ouve aqui:
Quanto mais vezes eu ouço, mas entendo o espírito de auto-tiração de onda. Mas também começo a achar que é um pouco de desabafo mesmo.
Porque o minimal virou música eletrônica genérica, né, gente. É só colocar uns loops mais secos, uns graves mais hipnóticos, uns barulhinhos e pronto. Nasce uma nova faixa de minimal.
Então se essa música do Matias é uma espécie de protesto, um pedido, um recado, eu assino embaixo. E, se as coisas continuarem como vão, em breve alguém lança uma "Basta Ya de New Disco", né.
Abaixo um trechinho da letra:
Cuz that music has no groove, has no balls
No me hace pumpin pumpin pumpin
Porque yo quiero bailar
Con un ritmo mas nocturno
Mas profundo mas sensual
Basta ya de minimal
Que es lo que bailo, otras movidas
Mas adelante, you gonna get
Porque yo quiero bailar, con un ritmo mas nocturno , mas profundo,
mas sensua,l basta ya de minimal!

E a música, você ouve aqui:
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Vá de Jornal Nacional
18.07.08 14:0318 comentários
Gente, pra mim, festa à fantasia é um drama. Sempre tenho idéias incríveis, que são totalmente improváveis de realizar. Os aniversários do Hell's Club já viraram obrigatórios pra quem gosta de se montar dessa maneira, e olha que o povo capricha mesmo na produção. Lembro de uma fantasia do Nicolas Lutz de Hitler que dava até medo de chegar perto dele, ui.
Este ano, eu queria ir de Ableton Live. Mas como realizar essa viagem, minha gente?! Não dá, né? Meu bofe quer ir de Jesus, aquele personagem hilário de um dos meus filmes preferidos de todos os tempos, "O Grande Lebowski". Até que é realizável, mas só vai ter graça se ele aguentar ficar com uma bola de boliche grudada nos dedos a noite toda.
Eu ainda não decidi o que usar. Nem sei se vou, na verdade. Mas pensei numas dicas pra quem quer fazer a linha "leio jornal todos os dias". Além de mostrar que você é antenado, essas fantasias são bem simples de montar. Ei-las:
Ingrid Betancourt
Se você optar ir de ex-refém das Farc, com certeza já vai conquistar a simpatia do pessoal. Capaz de ganhar drinks do barman até. Afinal, quem não ficou com peninha da Ingrid?!

Olha essa cara de mártir, minha gente!
Daniel Dantas
Pra quem quer fazer a linha cafajeste alinhado. Gente, até quando foi preso esse aqui tinha um sorriso maroto no rosto! Joga uma calça bem cortada, uma camisa da Brooksfield e uma gravata Armani.

Estilo Dantas: aposto que vão querer te levar pra algum cárcere privado!
Salvatore Cacciola
Outro notório safado, este look é pra quem quer fazer a linha chic, mas tem a mão pesada. É a máfia em si, né?!

Aposto que o terno é caro. Mas parece da Colombo!
Amy Winehouse
Essa a gente ama, né! Então você pode optar pelo look ultramagra ou pelo visual cheinha. Aí depende mais do seu material bruto...

Amy, a gente te ama de qualquer jeito, tá, fia, arrasa!
Ronaldo
Visual indicado para meninos acima do peso. Capricha na peruca "capacho" e vai sem camisa.

Só não reclama se ninguém quiser te aquendar
Carla Bruni
Ela é italiana, mas agora é a primeira-dama da França e só anda chiquérrima. Mas sua essência é assim, jogada. Aposta no look "Taek", capricha na chapinha e... não esquece o violão.

Quem vai dizer não à mulher do Sarkozy?
Joker Ledger
Dá uma dor no coração pensar que ele morreu. Arrasa no colete e no make com pasta d'água e preste a sua homenagem.

Lindo, louco, talentoso... RIP, Ledger.
DJ Saynha
O quê? Você ainda não pegou seu Mika da DJ Saynha por aí? Só dá ela, arrasando nas pick-ups (ou coisa que o valha), tirando a roupa e mostrando o seu valor ecológico nas festas por onde passa. Ela é a primeira DJ Carbon Free do país, ou seja, planta árvores para neutralizar o "custo planetário" de seus sets. Só sei que acho SENSACIONAL. Tô até pensando em ir de Saynha incluse, então passa reto se a gente estiver igual.

Ela toca, ela dança, ela tira a roupa... e planta árvores! Evoé, Saynha!
Ouça uma música da DJ Saynha, se for capaz
Este ano, eu queria ir de Ableton Live. Mas como realizar essa viagem, minha gente?! Não dá, né? Meu bofe quer ir de Jesus, aquele personagem hilário de um dos meus filmes preferidos de todos os tempos, "O Grande Lebowski". Até que é realizável, mas só vai ter graça se ele aguentar ficar com uma bola de boliche grudada nos dedos a noite toda.
Eu ainda não decidi o que usar. Nem sei se vou, na verdade. Mas pensei numas dicas pra quem quer fazer a linha "leio jornal todos os dias". Além de mostrar que você é antenado, essas fantasias são bem simples de montar. Ei-las:
Ingrid Betancourt
Se você optar ir de ex-refém das Farc, com certeza já vai conquistar a simpatia do pessoal. Capaz de ganhar drinks do barman até. Afinal, quem não ficou com peninha da Ingrid?!

Olha essa cara de mártir, minha gente!
Daniel Dantas
Pra quem quer fazer a linha cafajeste alinhado. Gente, até quando foi preso esse aqui tinha um sorriso maroto no rosto! Joga uma calça bem cortada, uma camisa da Brooksfield e uma gravata Armani.

Estilo Dantas: aposto que vão querer te levar pra algum cárcere privado!
Salvatore Cacciola
Outro notório safado, este look é pra quem quer fazer a linha chic, mas tem a mão pesada. É a máfia em si, né?!

Aposto que o terno é caro. Mas parece da Colombo!
Amy Winehouse
Essa a gente ama, né! Então você pode optar pelo look ultramagra ou pelo visual cheinha. Aí depende mais do seu material bruto...

Amy, a gente te ama de qualquer jeito, tá, fia, arrasa!
Ronaldo
Visual indicado para meninos acima do peso. Capricha na peruca "capacho" e vai sem camisa.

Só não reclama se ninguém quiser te aquendar
Carla Bruni
Ela é italiana, mas agora é a primeira-dama da França e só anda chiquérrima. Mas sua essência é assim, jogada. Aposta no look "Taek", capricha na chapinha e... não esquece o violão.

Quem vai dizer não à mulher do Sarkozy?
Joker Ledger
Dá uma dor no coração pensar que ele morreu. Arrasa no colete e no make com pasta d'água e preste a sua homenagem.

Lindo, louco, talentoso... RIP, Ledger.
DJ Saynha
O quê? Você ainda não pegou seu Mika da DJ Saynha por aí? Só dá ela, arrasando nas pick-ups (ou coisa que o valha), tirando a roupa e mostrando o seu valor ecológico nas festas por onde passa. Ela é a primeira DJ Carbon Free do país, ou seja, planta árvores para neutralizar o "custo planetário" de seus sets. Só sei que acho SENSACIONAL. Tô até pensando em ir de Saynha incluse, então passa reto se a gente estiver igual.

Ela toca, ela dança, ela tira a roupa... e planta árvores! Evoé, Saynha!
Ouça uma música da DJ Saynha, se for capaz
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Dez razões para amar Sally Shapiro
16.07.08 04:295 comentários
Como nas amizades, acredito que exista uma razão esotérica para se apaixonar (ou detestar) logo de cara um artista. Assim, sem explicação, em questão de segundos, uma música, acompanhada de sua respectiva cara, pode virar a sua nova obsessão. Ou simplesmente escorregar para a gaveta dos "nunca mais quero ouvir esta merda", um escaninho um tanto burro, mas que existe, não dá pra fingir que não.
Tudo isso para dizer que assim, do nada, caí de amores pela sueca Sally Shapiro, desde a primeira my spaceçada, há um ano e pouco. Não sei se foi a cara de boa moça, que para mim já veio decodificada como um rosto amistoso de intercambiária do Rotary (conheço de longe, fiz intercâmbio na adolescência). Na minha rápida alucinação, imaginei Sally lavando uma pia lotada de copos de plástico, limpando cinzeiros e jogando Bom Ar na casa antes que sua "host mother" chegasse e chutasse a molecada folgada pra fora.

E essa cara de intercambiária no interior dos EUA, hein?
Devaneios à parte, vamos às dez razões para amar Sally Shapiro.
1) A Suécia vive um momento musical altamente prolífico, especialmente por conta da renovação do som baleárico (de gente como Studio). Então uma produtora/DJéia que vem com o aval dos canadenses do Junior Boys, neste contexto, só pode ser boa coisa.
2) No começo do vídeo de "Jackie Jackie", único que aparece como "oficial" no My Space da produtora, um menininho de 9, 10 anos surge ouvindo, em vinil, "She's So Unusual", primeiro disco da Cindy Lauper (1984).
3)Seu disco de estréia, "Disco Romance", lançado em 2006, foi produzido pelo também sueco Joahn Agebjörn, DJ de "ambient electro", como ele mesmo descreve em seu site. Agebjörn acabou sendo absorvido pelo trabalho com a cantora, e o projeto solo virou dupla.
4) Ela é a primeira DJ 100% tímida que eu conheço. Não gosta que tirem fotos nos shows, não dá entrevista por telefone... Sally Shapiro nem é seu nome verdadeiro - isso, segundo Agebjörn, é segredo de estado.

Eu toco, mas não fica encarando!
5) Assim como Laurie Anderson, Sally canta falando, porém com uma musicalidade que, acredito, só uma pura Akvavit seja capaz de inspirar.
6) O remix do Junior Boys para a música "Jackie" soa como se Giorgio Moroder tivesse levado o Comunnards para o estúdio e entupido a dupla de ketamina. Leeeento e looouco.
7) Não é para qualquer bico sair fazendo um som com jeitão de ítalo-disco e ainda ganhar um remix do papa Alexander Robotnick. Pois ele remixou a faixa "Anorak Christmas", meu bem.
8) Ela é da terra do Abba. Adora timbres que lembram "I Think We're Alone Now" (lembra da ruiva de calça baggy, Tiffany?) e não dá a mínima pra o que vão dizer.
9) Quando começa a tocar "I'll Be Your Side" no My Space da moça, já dá vontade de sair correndo, botar a polaina, agarrar uma coca-cola (que eu nem bebo) e fazer a dancinha do "Flashdance".
10) Mesmo que você não tenha idade para pescar as referências citadas acima, Sally vai te pegar pelo "inusitado" dos teclados ingênuos, da programação tosca (de propósito) de bateria e pelo vocal de garota culta, que cresceu vendo filmes do Bergman. Perdoe os conterrâneos Ace of Base e Roxette e se jogue na Sally Shapiro sem medo.
Tudo isso para dizer que assim, do nada, caí de amores pela sueca Sally Shapiro, desde a primeira my spaceçada, há um ano e pouco. Não sei se foi a cara de boa moça, que para mim já veio decodificada como um rosto amistoso de intercambiária do Rotary (conheço de longe, fiz intercâmbio na adolescência). Na minha rápida alucinação, imaginei Sally lavando uma pia lotada de copos de plástico, limpando cinzeiros e jogando Bom Ar na casa antes que sua "host mother" chegasse e chutasse a molecada folgada pra fora.

E essa cara de intercambiária no interior dos EUA, hein?
Devaneios à parte, vamos às dez razões para amar Sally Shapiro.
1) A Suécia vive um momento musical altamente prolífico, especialmente por conta da renovação do som baleárico (de gente como Studio). Então uma produtora/DJéia que vem com o aval dos canadenses do Junior Boys, neste contexto, só pode ser boa coisa.
2) No começo do vídeo de "Jackie Jackie", único que aparece como "oficial" no My Space da produtora, um menininho de 9, 10 anos surge ouvindo, em vinil, "She's So Unusual", primeiro disco da Cindy Lauper (1984).
3)Seu disco de estréia, "Disco Romance", lançado em 2006, foi produzido pelo também sueco Joahn Agebjörn, DJ de "ambient electro", como ele mesmo descreve em seu site. Agebjörn acabou sendo absorvido pelo trabalho com a cantora, e o projeto solo virou dupla.
4) Ela é a primeira DJ 100% tímida que eu conheço. Não gosta que tirem fotos nos shows, não dá entrevista por telefone... Sally Shapiro nem é seu nome verdadeiro - isso, segundo Agebjörn, é segredo de estado.

Eu toco, mas não fica encarando!
5) Assim como Laurie Anderson, Sally canta falando, porém com uma musicalidade que, acredito, só uma pura Akvavit seja capaz de inspirar.
6) O remix do Junior Boys para a música "Jackie" soa como se Giorgio Moroder tivesse levado o Comunnards para o estúdio e entupido a dupla de ketamina. Leeeento e looouco.
7) Não é para qualquer bico sair fazendo um som com jeitão de ítalo-disco e ainda ganhar um remix do papa Alexander Robotnick. Pois ele remixou a faixa "Anorak Christmas", meu bem.
8) Ela é da terra do Abba. Adora timbres que lembram "I Think We're Alone Now" (lembra da ruiva de calça baggy, Tiffany?) e não dá a mínima pra o que vão dizer.
9) Quando começa a tocar "I'll Be Your Side" no My Space da moça, já dá vontade de sair correndo, botar a polaina, agarrar uma coca-cola (que eu nem bebo) e fazer a dancinha do "Flashdance".
10) Mesmo que você não tenha idade para pescar as referências citadas acima, Sally vai te pegar pelo "inusitado" dos teclados ingênuos, da programação tosca (de propósito) de bateria e pelo vocal de garota culta, que cresceu vendo filmes do Bergman. Perdoe os conterrâneos Ace of Base e Roxette e se jogue na Sally Shapiro sem medo.
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Todo DJ Já Sambou de novo nas livrarias
Amiguinhos, enfim saiu a segunda edição do "Todo DJ Já Sambou".
Eu só acreditei porque já peguei uma na mão. Tem fotos novas, capítulos atualizados e um texto de introdução imperdível, escrito pelo fera Bill Brewster, co-autor do livraço "Last Night a DJ Saved My Life".
O relançamento rola nesta sexta-feira, no Sesc Pinheiros, a partir das 18h. Primeiro, haverá um bate-papo, mediado por mim, com seu Osvaldo, Patife e Grego. Depois, Noise e Magal se juntam aos outros DJs para mostrarem um pouquinho do que sabem fazer durante um happy hour animado.
Pode chegar, que é de graça. Ah, e durante o bate-papo vou distribuir algumas das camisetas que a Cavalera muito gentilmente confeccionou para divulgar o livro. São fofas e são poucas - vamos dar pros mais afiados, que estiverem com as história da discotecagem no Brasil na ponta da língua.
Vai lá faturar uma camiseta, tomar um suco e aproveita para pegar autógrafos na nova edição do livro. De quebra, você ajuda o crew das escritoras pobres - que compreende, além de mim, Clarah Averbuck e Vitor Angelo.
O livro estará à venda no Sesc por um preço promocional. Se bem que a loja virtual da Conrad também está vendendo o livro com desconto - de R$ 37, ele sai por R$ 34, com frete grátis.
Ajuda, Brasil!
Relançamento Todo DJ Já Sambou
Sexta, 4 de julho, a partir das 18h
Sesc Pinheiros
R. Paes Leme, 195, segunda andar (sala de leitura)
Tel. 0/xx/11/3095-9400
Grátis
02.07.08 02:1016 comentários
Amiguinhos, enfim saiu a segunda edição do "Todo DJ Já Sambou".Eu só acreditei porque já peguei uma na mão. Tem fotos novas, capítulos atualizados e um texto de introdução imperdível, escrito pelo fera Bill Brewster, co-autor do livraço "Last Night a DJ Saved My Life".
O relançamento rola nesta sexta-feira, no Sesc Pinheiros, a partir das 18h. Primeiro, haverá um bate-papo, mediado por mim, com seu Osvaldo, Patife e Grego. Depois, Noise e Magal se juntam aos outros DJs para mostrarem um pouquinho do que sabem fazer durante um happy hour animado.
Pode chegar, que é de graça. Ah, e durante o bate-papo vou distribuir algumas das camisetas que a Cavalera muito gentilmente confeccionou para divulgar o livro. São fofas e são poucas - vamos dar pros mais afiados, que estiverem com as história da discotecagem no Brasil na ponta da língua.
Vai lá faturar uma camiseta, tomar um suco e aproveita para pegar autógrafos na nova edição do livro. De quebra, você ajuda o crew das escritoras pobres - que compreende, além de mim, Clarah Averbuck e Vitor Angelo.
O livro estará à venda no Sesc por um preço promocional. Se bem que a loja virtual da Conrad também está vendendo o livro com desconto - de R$ 37, ele sai por R$ 34, com frete grátis.
Ajuda, Brasil!
Relançamento Todo DJ Já Sambou
Sexta, 4 de julho, a partir das 18h
Sesc Pinheiros
R. Paes Leme, 195, segunda andar (sala de leitura)
Tel. 0/xx/11/3095-9400
Grátis
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Mara Bruiser em Hollywood?
Eu amo ver a Mara Bruiser tocando! Sério, ela se joga, se entrega, curte pencas. Na verdade, ela é quem mais se diverte, apesar do público de fãs devotos quase se jogarem no chão de tanta comoção quando ela toca. Já foi a uma noite da Mara na Loca? Vai, é uma experiência esotérica, catarse coletiva só comparada aos cultos da Renascer.
Eu bem que desconfiava que essa cena toda... a moça é tão carismática e tem um rosto tão classudo que poderia ser atriz. Meus sexto sentido não falhou! Ela já atuou num curta-metragem, que acaba de ser postado no Youtube. O filme "Two Parts Man" é uma viagem bem locona que foi rodada quando a DJ morava na Inglaterra, em meados dos anos 90. Trata-se de um road movie em torno de uma egotrip. Não entendeu? Nem eu. E nem a Mara!!! Mas vale a pena ver a interpretação da nossa amada DJéia do barulho (tem cena de atendimento, suicídio, um bafo!). Resolvi tirar a limpo essa história de Mara Bruiser (que é Mara Branco no RG) envolvida com a sétima arte e bati um papo rápido por email com ela. Confere:
Como rolou o convite para fazer o filme?
Mara Bruiser - Foi em meados de 94...95...estava morando em Londres e o produtor Alex Bicat, um playboyzinho metido a cineasta underground, me convidou pra ser a atriz principal do seu primeiro curta. Ficou impressionado com minha voz na época... hahaahahahahaaha!
Você já fez curso de atriz?
Mara Bruiser - Nunca!! Fiz uma peça na escola uma vez, eu era a bruxa na história da Rapunzel... traumatizou!
Pensou em seguir carreira?
Mara Bruiser - Não, depois da minha atuação à la Sofia Loren gótica, desisti!
Você era daquelas que fazia teatrinho na escola só pra beijar o gatinho da classe?
Mara Bruiser - Como bruxa era difícil, viu, hahahahahaaha!
Conta um pouco sobre o enredo do filme, please
Mara Bruiser - Então... nem eu entendi direito até hoje. Mas pelo que o produtor explicou pra gente, era a história de um cara que tinha um dilema com o próprio ego. Os dois caras no filme são um só. Um, o ego, o outro, ele mesmo. Tanto que, quando o cara se mata, o ego tem a cabeça explodida no meio do nosso sexo. Ou vice-versa, hahahaahahahaha. E por aí vai a viagem!
E aí, anima voltar a atuar?
Mara Bruiser - Se alguém tiver coragem de me convidar...é noise!!
Tá aqui o filme
27.06.08 17:001 comentário
Eu amo ver a Mara Bruiser tocando! Sério, ela se joga, se entrega, curte pencas. Na verdade, ela é quem mais se diverte, apesar do público de fãs devotos quase se jogarem no chão de tanta comoção quando ela toca. Já foi a uma noite da Mara na Loca? Vai, é uma experiência esotérica, catarse coletiva só comparada aos cultos da Renascer.Eu bem que desconfiava que essa cena toda... a moça é tão carismática e tem um rosto tão classudo que poderia ser atriz. Meus sexto sentido não falhou! Ela já atuou num curta-metragem, que acaba de ser postado no Youtube. O filme "Two Parts Man" é uma viagem bem locona que foi rodada quando a DJ morava na Inglaterra, em meados dos anos 90. Trata-se de um road movie em torno de uma egotrip. Não entendeu? Nem eu. E nem a Mara!!! Mas vale a pena ver a interpretação da nossa amada DJéia do barulho (tem cena de atendimento, suicídio, um bafo!). Resolvi tirar a limpo essa história de Mara Bruiser (que é Mara Branco no RG) envolvida com a sétima arte e bati um papo rápido por email com ela. Confere:
Como rolou o convite para fazer o filme?
Mara Bruiser - Foi em meados de 94...95...estava morando em Londres e o produtor Alex Bicat, um playboyzinho metido a cineasta underground, me convidou pra ser a atriz principal do seu primeiro curta. Ficou impressionado com minha voz na época... hahaahahahahaaha!
Você já fez curso de atriz?
Mara Bruiser - Nunca!! Fiz uma peça na escola uma vez, eu era a bruxa na história da Rapunzel... traumatizou!
Pensou em seguir carreira?
Mara Bruiser - Não, depois da minha atuação à la Sofia Loren gótica, desisti!
Você era daquelas que fazia teatrinho na escola só pra beijar o gatinho da classe?
Mara Bruiser - Como bruxa era difícil, viu, hahahahahaaha!
Conta um pouco sobre o enredo do filme, please
Mara Bruiser - Então... nem eu entendi direito até hoje. Mas pelo que o produtor explicou pra gente, era a história de um cara que tinha um dilema com o próprio ego. Os dois caras no filme são um só. Um, o ego, o outro, ele mesmo. Tanto que, quando o cara se mata, o ego tem a cabeça explodida no meio do nosso sexo. Ou vice-versa, hahahaahahahaha. E por aí vai a viagem!
E aí, anima voltar a atuar?
Mara Bruiser - Se alguém tiver coragem de me convidar...é noise!!
Tá aqui o filme
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Balanço do Sónar 2008: Roisin Murphy sobe, Hercules & Love Affair despenca
25.06.08 17:1510 comentários
Mesmo num ano em que as moças foram tema de inspiração, o Sónar 2008 teve testosterona exalando da maioria de suas tendas (especialmente na parte noturna do festival), com DJs tocando músicas do Justice até rachar e uma estética Ed Banger se impondo em vários sets.
Ainda assim, a irlandesa Roisin Murphy colocou todo mundo no bolso e fez uma das apresentações mais impecáveis do Sónar. Profissional, seu show teve figurinos ótimos, banda afinada, duas backing vocals incríveis, repertório dançante e uma enorme presença de palco.
Marcado para sexta-feira às duas da manhã no palco SonarPark, o show de Roisin acontencia no mesmo horário das apresentações de Justice (no SonarClub) e Richie Hawtin + clã do Minus (SonarPub). Minha indecisão sobre o que assistir durou poucos segundos. Claro que Minus e Justice são legais, mas alguma coisa me dizia pra ir ver a irlandesa.
No dia seguinte, fiquei bem feliz quando ouvi que os próprios donos do Sónar estavam tratando Roisin, entre eles, de a "musa do Sónar", de tão bom que o show havia sido. Pena não ter visto Justice nem o showcase da Minus. Mas festival é assim, e quanto menos ansiosa por ver tudo eu vou me tornando, mais shows de qualidade eu acabo vendo. Ponto pra Roisin, fervida e muito profissa.
Agora, meninos, o grande "desce" desse Sónar foi mesmo o Hercules & Love Affair, né? O que era aquela banda? O que eram aqueles metais? Tinha um gato dentro abafando tudo? Ou de duas uma: 1) os músicos titulares perderam o vôo em Nova York e tiveram que ser substituídos às pressas por músicos ali das Ramblas 2) O Andy Butler está levando seu sucesso tão numa boa que dispensou músicos de verdade e recrutou amigos que tocavam na fanfarra da escola, na época do colegial.
Foi bem estranho ver a grande promessa do Sónar fazer tão feio. Fiquei pensando nas caras dos promotores de outros festivais que escalaram o Hercules como headliner neste verão europeu vendo aquilo. Mas, também, como adivinhar? H & LA fez o disco que todo mundo ouviu e dançou no início deste ano. E mesmo quando tocaram o mega-hit "Blind", nem os mais fritos conseguiam se empolgar, especialmente pela ausência do vocal de Antony.
Capítulo à parte eram as duas vocalistas. Sem dúvidas, elas devem ser boas DJs ou boas amigas. Mas cantoras, não, por favor. Cereja do bolo foi o figurino da vocalista mais alta, que parecia tirado de uma sátira da banda Calypso. Tudo bem que a Europa vive seu verão mais trash 80's dos últimos tempos, mas parecia que a moça ia começar uma aula de lamba-aeróbica, e não um show de um dos artistas mais falados de 2008.
Mais sobre o festival, nas fotos que você vê aí embaixo. É bom estar de volta :-)

Vários babies circularam pelo Sónar Dia com fones como este

Não faz a fashionista: usar sapato novo no festival custa caro

Drink de caneta Bic e a agradável grama do "Ibira" (aka Sónar Village)

Aqui não tem dogão: na saída do Sónar Noite, carnes não-identificadas

C-H-I-C: Roisin deviria ter escrito aquele livro

Efedemin: um DJ com nome de remédio, só pode ser ótimo!

Daedelus brilhou no showcase da Ninja Tune

A baixinha Goldfrapp vira gigante no palco

A-Track e DJ Mehdi: som de bofe muito bem mixado!

Eu gosto tanto de berinjela que virei uma

Roisin Murphy dá uma cabelada no line-up

Falando em cabelo, Alison Goldfrapp esqueceu a chapa
Ainda assim, a irlandesa Roisin Murphy colocou todo mundo no bolso e fez uma das apresentações mais impecáveis do Sónar. Profissional, seu show teve figurinos ótimos, banda afinada, duas backing vocals incríveis, repertório dançante e uma enorme presença de palco.
Marcado para sexta-feira às duas da manhã no palco SonarPark, o show de Roisin acontencia no mesmo horário das apresentações de Justice (no SonarClub) e Richie Hawtin + clã do Minus (SonarPub). Minha indecisão sobre o que assistir durou poucos segundos. Claro que Minus e Justice são legais, mas alguma coisa me dizia pra ir ver a irlandesa.
No dia seguinte, fiquei bem feliz quando ouvi que os próprios donos do Sónar estavam tratando Roisin, entre eles, de a "musa do Sónar", de tão bom que o show havia sido. Pena não ter visto Justice nem o showcase da Minus. Mas festival é assim, e quanto menos ansiosa por ver tudo eu vou me tornando, mais shows de qualidade eu acabo vendo. Ponto pra Roisin, fervida e muito profissa.
Agora, meninos, o grande "desce" desse Sónar foi mesmo o Hercules & Love Affair, né? O que era aquela banda? O que eram aqueles metais? Tinha um gato dentro abafando tudo? Ou de duas uma: 1) os músicos titulares perderam o vôo em Nova York e tiveram que ser substituídos às pressas por músicos ali das Ramblas 2) O Andy Butler está levando seu sucesso tão numa boa que dispensou músicos de verdade e recrutou amigos que tocavam na fanfarra da escola, na época do colegial.
Foi bem estranho ver a grande promessa do Sónar fazer tão feio. Fiquei pensando nas caras dos promotores de outros festivais que escalaram o Hercules como headliner neste verão europeu vendo aquilo. Mas, também, como adivinhar? H & LA fez o disco que todo mundo ouviu e dançou no início deste ano. E mesmo quando tocaram o mega-hit "Blind", nem os mais fritos conseguiam se empolgar, especialmente pela ausência do vocal de Antony.
Capítulo à parte eram as duas vocalistas. Sem dúvidas, elas devem ser boas DJs ou boas amigas. Mas cantoras, não, por favor. Cereja do bolo foi o figurino da vocalista mais alta, que parecia tirado de uma sátira da banda Calypso. Tudo bem que a Europa vive seu verão mais trash 80's dos últimos tempos, mas parecia que a moça ia começar uma aula de lamba-aeróbica, e não um show de um dos artistas mais falados de 2008.
Mais sobre o festival, nas fotos que você vê aí embaixo. É bom estar de volta :-)

Vários babies circularam pelo Sónar Dia com fones como este

Não faz a fashionista: usar sapato novo no festival custa caro

Drink de caneta Bic e a agradável grama do "Ibira" (aka Sónar Village)

Aqui não tem dogão: na saída do Sónar Noite, carnes não-identificadas

C-H-I-C: Roisin deviria ter escrito aquele livro

Efedemin: um DJ com nome de remédio, só pode ser ótimo!

Daedelus brilhou no showcase da Ninja Tune

A baixinha Goldfrapp vira gigante no palco

A-Track e DJ Mehdi: som de bofe muito bem mixado!

Eu gosto tanto de berinjela que virei uma

Roisin Murphy dá uma cabelada no line-up

Falando em cabelo, Alison Goldfrapp esqueceu a chapa
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
