[Visual Jóquei] Procurando o que fazer?
07.11.08 19:411 comentário
Nesta sexta-feira, dia 07.11, a Pupila acontece no Tapas Club, dentro do projeto NXT@STP, com apresentações do DJ Alex T, CJ Alexis (Visual Farm), Embolex LIVE A/V Set e Bijari com o novo projeto Maxifagia, apresentando Entropicália.
"Maximizando" a antropofagia, o Maxifagia é uma orquestra digital formada pela nova geração de produtores audiovisuais BijaRi, Database, Emmo Martins, Fabrizio Martinelli (Hateen), Killer on the Dancefloor e Roots Rock Revolution.
Para conhecer o grupo, que promete colocar todo mundo pra dançar:
- Bijari: núcleo de artistas visuais e multimídia especialistas em agradar nossos olhos
- Database: dupla formada por Lucio Morais e Yuri Chix
- Emmo Martins: produtor musical, compositor e guitarrista
- Fabrizio Marttinelli: guitarrista da banda Hateen
- Killer on the Dancefloor: junção dos DJs paulistanos Phillip A e Fatu
- Roots Rock Revolution: duo formado por Fábio Smeili e Willian Santos
O Entropicália foi apresentado no ON OFF do Itau Cultural e está sendo escalado para apresentações internacionais em 2009.
A junção da Pupila e Trusty acontece no NXT@STP, que traz ao Tapas Club neste mês de novembro núcleos de diferentes vertentes áudio visuais, num novo conceito de noite com muito conteúdo.
A proposta é juntar diferentes núcleos de DJs, VJs, produtores A/V, músicos e gravadoras. O evento tem transmissão ao vivo na rádio T.R.U.S.T.Y.
Local: Tapas Club
Endereço: Rua Augusta, 1246, Consolação, São Paulo
"Maximizando" a antropofagia, o Maxifagia é uma orquestra digital formada pela nova geração de produtores audiovisuais BijaRi, Database, Emmo Martins, Fabrizio Martinelli (Hateen), Killer on the Dancefloor e Roots Rock Revolution.
Para conhecer o grupo, que promete colocar todo mundo pra dançar:
- Bijari: núcleo de artistas visuais e multimídia especialistas em agradar nossos olhos
- Database: dupla formada por Lucio Morais e Yuri Chix
- Emmo Martins: produtor musical, compositor e guitarrista
- Fabrizio Marttinelli: guitarrista da banda Hateen
- Killer on the Dancefloor: junção dos DJs paulistanos Phillip A e Fatu
- Roots Rock Revolution: duo formado por Fábio Smeili e Willian Santos
O Entropicália foi apresentado no ON OFF do Itau Cultural e está sendo escalado para apresentações internacionais em 2009.
A junção da Pupila e Trusty acontece no NXT@STP, que traz ao Tapas Club neste mês de novembro núcleos de diferentes vertentes áudio visuais, num novo conceito de noite com muito conteúdo.
A proposta é juntar diferentes núcleos de DJs, VJs, produtores A/V, músicos e gravadoras. O evento tem transmissão ao vivo na rádio T.R.U.S.T.Y.
Local: Tapas Club
Endereço: Rua Augusta, 1246, Consolação, São Paulo
Tags: pupila, embolex, alexis, bijari, vj
[Visual Jóquei] A invasão dos monstros visuais
09.05.08 23:131 comentário
Semana passada, no sábado, dia 05 de maio, a cidade foi invadida por monstros.
Não se trata de algo estilo mutantes "Caminhos do Coração", mas de uma mega instalação-intervenção urbana itinerante realizada pelo VJ Alexis e Visualfarm no centro de São Paulo: "A invasão dos monstros visuais".
Os monstros circularam a bordo de um trio elétrico equipado com 40 mil ansilumens de projeção, ou seja, a soma do total de potência luminosa de todos os projetores que miravam suas imagens nas paredes dos edifícios.
Um projetor comum, para ambientes fechados pode ter cerca de 2.000 ansilumens, mas existem equipamentos para lugares abertos e projeções de grandes tamanhos (30 metros de altura, por exemplo) que possuem 10.000.
O VJ Alexis conta: "O objetivo principal era causar pânico nas pessoas, fazendo com que fugissem com medo dos monstros gigantescos e assustadores, monstros de seriados japoneses dos anos 80. Por alguma razão desconhecida as pessoas não ficaram com medo dos monstros".
Veja porquê!
Não se trata de algo estilo mutantes "Caminhos do Coração", mas de uma mega instalação-intervenção urbana itinerante realizada pelo VJ Alexis e Visualfarm no centro de São Paulo: "A invasão dos monstros visuais".
Os monstros circularam a bordo de um trio elétrico equipado com 40 mil ansilumens de projeção, ou seja, a soma do total de potência luminosa de todos os projetores que miravam suas imagens nas paredes dos edifícios.
Um projetor comum, para ambientes fechados pode ter cerca de 2.000 ansilumens, mas existem equipamentos para lugares abertos e projeções de grandes tamanhos (30 metros de altura, por exemplo) que possuem 10.000.
O VJ Alexis conta: "O objetivo principal era causar pânico nas pessoas, fazendo com que fugissem com medo dos monstros gigantescos e assustadores, monstros de seriados japoneses dos anos 80. Por alguma razão desconhecida as pessoas não ficaram com medo dos monstros".
Veja porquê!
Tags: vj, alexis, visualfarm
[Todo DJ Já Sambou] Festa pra ver

Logo mais à noite acontece a primeira "sessão" da Pupila Lab, festa concebida pelos VJs Alexis e Fernão Embolex e que deverá animar as segundas-feiras de quem curte arte audiovisual.
"Desde o finado afrospot que não conseguimos mais fazer uma divertida
Pupila", diz Alexis no release da noite, referindo-se à antiga festa que reuniu a nata dos V-jóqueis nacionais. "Pensei junto com Fernão em fazermos um novo formato de
encontro, algo que possibilitasse uma troca maior entre os VJs e, quem sabe,
um incentivo para que tenhamos o principal elemento para uma cena - um
espaco de troca de idéias, experiências, demonstração de novos brinquedos e
apresentações", argumenta Alexis.
Para isso, a dupla montou uma estrutura de cair o queixo e chamou amigos para ilustrar sonoramente a brincadeira. Serão quatro projetores, mixer edirol, 2 dvjxs1, monitores, media-trackers, controladores midi... E, uma preza para quem pagar os R$ 10 da entrada: chope e red bull grátis, até acabar o estoque.
Nada mal pra uma segundona, né?
Para as próximas edições, eles buscam artistas com apresentações inovadoras: kaos pad, novos mixers, controladores midi, novos softwares...
Entre as apresentações de hoje à noite tem a da dupla Daniel Cozta e Joca Prado, fazendo um som e imagns inspirados no projeto Noodles. Vai lá, mas antes manda nome pra lista (sem nome não entra).
Pupila LAB
Das 21hs à 1h
R. Traipu, 547 - (Entre a Av. Pacaembu e a R. Cardoso de Almeida)
Entrada somente com o nome na lista (contato@visualfarm.com.br)
Colaboração: R$ 10
03.03.08 15:501 comentário

Logo mais à noite acontece a primeira "sessão" da Pupila Lab, festa concebida pelos VJs Alexis e Fernão Embolex e que deverá animar as segundas-feiras de quem curte arte audiovisual.
"Desde o finado afrospot que não conseguimos mais fazer uma divertida
Pupila", diz Alexis no release da noite, referindo-se à antiga festa que reuniu a nata dos V-jóqueis nacionais. "Pensei junto com Fernão em fazermos um novo formato de
encontro, algo que possibilitasse uma troca maior entre os VJs e, quem sabe,
um incentivo para que tenhamos o principal elemento para uma cena - um
espaco de troca de idéias, experiências, demonstração de novos brinquedos e
apresentações", argumenta Alexis.
Para isso, a dupla montou uma estrutura de cair o queixo e chamou amigos para ilustrar sonoramente a brincadeira. Serão quatro projetores, mixer edirol, 2 dvjxs1, monitores, media-trackers, controladores midi... E, uma preza para quem pagar os R$ 10 da entrada: chope e red bull grátis, até acabar o estoque.
Nada mal pra uma segundona, né?
Para as próximas edições, eles buscam artistas com apresentações inovadoras: kaos pad, novos mixers, controladores midi, novos softwares...
Entre as apresentações de hoje à noite tem a da dupla Daniel Cozta e Joca Prado, fazendo um som e imagns inspirados no projeto Noodles. Vai lá, mas antes manda nome pra lista (sem nome não entra).
Pupila LAB
Das 21hs à 1h
R. Traipu, 547 - (Entre a Av. Pacaembu e a R. Cardoso de Almeida)
Entrada somente com o nome na lista (contato@visualfarm.com.br)
Colaboração: R$ 10
Tags: vj alexis, fernão embolex, pupila lab
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.