Dancing shoes
09.10.08 19:19Deixe seu comentário
Cansado daquelas fotos clichê tiradas durante shows onde só aparecia o povo com as mãos para o alto - e nada dos músicos! - o fotógrafo alemão Gerrit Starczewski resolveu apontar suas lentes para um espaço, digamos, menos concorrido das atrações no palco: os pés.
A idéia começou por acaso, em 2005, quando o alemão - então com 22 anos - acidentalmente deu um clique no sapato de Michael Stipe durante um show do REM. Hoje, exibe em sua exposição, intitulada Dancing Shoes, mais de 130 pés musicais. Alguns deles:

REM

Flaming Lips

Art Brut

The Hives

Franz Ferdinand
Via Teco Apple.
A idéia começou por acaso, em 2005, quando o alemão - então com 22 anos - acidentalmente deu um clique no sapato de Michael Stipe durante um show do REM. Hoje, exibe em sua exposição, intitulada Dancing Shoes, mais de 130 pés musicais. Alguns deles:

REM

Flaming Lips

Art Brut

The Hives

Franz Ferdinand
Via Teco Apple.
Apple, acredite, ameaça fechar o iTunes
01.10.08 22:034 comentários
Deu na revista Fortune. A Associação Norte-Americana de Editores Musicais entrou com um pedido junto ao Conselho de Royalties e Direitos Autorais nos Estados Unidos para aumentar a participação de US$ 0,09 para US$ 0,15 por faixa - um salto de 66% - nas vendas em lojas online. A determinação do conselho deve ser anunciada nesta quinta-feira.
A Apple então saiu à carga: disse que se nega a aumentar o valor de US$ 0,99 cobrado pelas canções e afirma que, se tiver que arcar com a diferença, passará a ter prejuízo, o que inviabilizaria o serviço. Ou seja, babau iTunes.
Segundo a reportagem da Fortune, a associação que representa as gravadoras argumenta que, graças à recusa da Apple em aumentar os preços, os lucros permanecem fracos mesmo com o crescimento do mercado de música digital. "A Apple pode vender músicas baratas para vender iPods, mas nós não ganhamos um centavo com a venda de iPods", disse à Fortune David Israelite, presidente da Associação Norte-Americana de Editores Musicais. Acontece que, segundo a Apple, na verdade, US$ 0,70 de cada venda do iTunes é passada para as gravadoras, que não ganham apenas com os royalties.
A empresa de consultoria Piper Jaffray estima que a loja da Apple venderá cerca de 2,4 bilhões de faixas até o fim de 2008, o que garantiria à companhia 85% do mercado. Com esse poder de fogo, parece mais certo que a Apple queira, com a ameaça de fechar o serviço, mostrar que vai jogar duro para manter seus lucros e continuar praticando um preço justo para os downloads.
É preciso ainda levar em conta que, devido à queda constante das vendas de CDs, as gravadoras precisam do iTunes para reverter em lucro, por menor que seja, a venda de músicas. Nesse modelo, uma mão lava a outra. A alternativa - de aumento de preço - deve jogar muitos consumidores novamente aos downloads ilegais.
Via Technologizer.
A Apple então saiu à carga: disse que se nega a aumentar o valor de US$ 0,99 cobrado pelas canções e afirma que, se tiver que arcar com a diferença, passará a ter prejuízo, o que inviabilizaria o serviço. Ou seja, babau iTunes.
Segundo a reportagem da Fortune, a associação que representa as gravadoras argumenta que, graças à recusa da Apple em aumentar os preços, os lucros permanecem fracos mesmo com o crescimento do mercado de música digital. "A Apple pode vender músicas baratas para vender iPods, mas nós não ganhamos um centavo com a venda de iPods", disse à Fortune David Israelite, presidente da Associação Norte-Americana de Editores Musicais. Acontece que, segundo a Apple, na verdade, US$ 0,70 de cada venda do iTunes é passada para as gravadoras, que não ganham apenas com os royalties.
A empresa de consultoria Piper Jaffray estima que a loja da Apple venderá cerca de 2,4 bilhões de faixas até o fim de 2008, o que garantiria à companhia 85% do mercado. Com esse poder de fogo, parece mais certo que a Apple queira, com a ameaça de fechar o serviço, mostrar que vai jogar duro para manter seus lucros e continuar praticando um preço justo para os downloads.
É preciso ainda levar em conta que, devido à queda constante das vendas de CDs, as gravadoras precisam do iTunes para reverter em lucro, por menor que seja, a venda de músicas. Nesse modelo, uma mão lava a outra. A alternativa - de aumento de preço - deve jogar muitos consumidores novamente aos downloads ilegais.
Via Technologizer.
Who´s Hu?
01.10.08 03:00Deixe seu comentário
Tirando a poeira do meu teclado:
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
music expresses that which cannot be put into words and that which cannot remain silent
music expresses that which cannot be put into words and that which cannot remain silent
Entrevistão - Montage

Quem for assistir ao show dos cearenses do Montage, sábado (27), no Skol Beats, pode esperar todo a androgenia, a bizarrice e o deboche que a apresentação da dupla Daniel Peixoto e Leco Jucá traz implícita. Mas espere também novidades! No estúdio há mais de um mês, o duo promete músicas novas, roupagem atual para faixas "clássicas" como "I trust my dealer", "Superdrug" e "Raio de fogo", além de mais apelo visual. E tudo no melhor estilo french-house. "O primeiro disco seguia mais a trilha do electro-clash de Nova Iorque, o que, para a época, fazia bastante sentido. Agora estamos nessa de tendência francesa...", diz, em entrevista para o .::musicness::., o vocalista Daniel Peixoto.
Ele revelou que o disco novo, ainda sem nome, deve sair até dezembro, após a turnê européia da dupla. Outra diferença: as letras, agora, serão mais autobiográficas, refletindo o que Daniel - que será pai mês que vem - viveu nos últimos anos, como a mudança para São Paulo e a deportação de Londres no final do ano passado.
Soube que vocês estavam gravando hoje...
Estamos preparando disco novo. Já faz um mês e meio que estamos nos empenhando no estúdio. Inclusive, vamos mostrar algumas músicas novas no show de sábado no Skol Beats.
E como vocês estão planejando esse próximo disco? A banda deve seguir o electro-punk-glam do primeiro ou vocês pensam em trilhar algo diferente?
Ah, esse trabalho vai ser muito diferente. Ele vai refletir o que eu e o Leco estamos ouvindo atualmente. O primeiro disco seguia mais a trilha do electro-clash de Nova Iorque, o que, para a época, fazia bastante sentido. Agora estamos nessa de tendência francesa...
Pode-se esperar algo na trilha de Justice então...
Exatamente. Estamos ouvindo muita coisa no estilo Ed Banger. Acho essa evolução natural. Mesmo as músicas antigas, ao vivo, foram repaginas para essa nova sonoridade. Nós fazemos música eletrônica, que é um gênero muito volátil. Por isso, acho que o músico precisa evoluir, senão ele vai soar datado.
E quanto às letras? Você já disse em outras entrevistas que as músicas do primeiro disco não tinham muito de autobiográfico. Como será dessa vez?
Esse álbum vai ser realmente uma invertida total no nosso trabalho. A maioria das novas músicas já está feita, estamos agora no processo de colocar as guitarras e a voz. E como sou eu que escrevo as letras, estou no meio de um grande desafio, já que desta vez está sendo o oposto do que compus antes: os temas, agora, são mais autobiográficos. Claro que o deboche e a temática da vida da noite continuam lá, mas vou falar também da vida pessoal, de Fortaleza e da mudança para São Paulo.
Para o pessoal aqui do sul é meio difícil associar Fortaleza com electro-rock ou até mesmo o glam. Como isso influencia o Montage?
Sabe, isso é um fator que nos beneficia - e muito! Como somos do Ceará e tocamos uma música diferente do que esperam de nós, fugimos do óbvio e as pessoas dão maior importância para a gente. Se fôssemos uma banda de forró em São Paulo vinda de Fortaleza, certamente ninguém ira nos notar. Mas como somos uma banda de electro que faz música eletrônica vinda de Fortaleza, todos nos olham. É um elemento a mais que certamente ajudou a popularizar o Montage aqui em São Paulo.
Todas as apresentações do Montage têm o ingrediente do bizarro, como a simulação de sexo, o mis en scene, ou isso depende do público? Como vai ser o show no Skol Beats?
O show do Montage não muda. Até porque a apresentação e a maneira como nos comportamos no palco fazem parte do que a banda é, e as pessoas vão esperando isso. O que muda na verdade é a estrutura. É diferente tocar num clube para 350 pessoas e num palco como do Skol, com as luzes, o soundsystem, aquele monte de gente assistindo. E estamos preparando uma atração a mais para o Skol. Teremos uma VJ no palco com a gente, a Astronauta mecânico. Gravamos uma espécie de clipe para cada música para acompanhar. Vai ser uma apresentação bem visual, além de sonora.
E aquele episódio no aeroporto de Londres, quando você foi deportado, já foi superado?
Na verdade não houve um trauma para ser superado. O que houve foi um problema sério que já passou. Foi mais uma questão legal. E o que eu fiz? Recolhi um monte de material que saiu na imprensa aqui - a repercussão foi enorme! - gravei um DVD com as reportagens na TV e levei tudo na embaixada da Inglaterra. Aproveitei a popularidade que o caso tomou para ajudar a diminuir o preconceito com todo mundo que vai para lá. E para mim, a coisa foi resolvida. Já consegui visto para voltar no fim de outubro. E o mais incrível foi que o episódio nos abriu mais canais para apresentações por lá.
Mas o caso chegou a influenciar as turnês internacionais?
Quando começamos o Montage tínhamos um fogo de fazer logo uma carreira internacional. Mas depois disso, e com o sucesso no Brasil, acabou ficando em segundo plano. Mas no fim de outubro finalmente iremos para a Europa. Ainda estamos fechando o número de shows e não temos as datas certas. O certo é que dessa vez vamos entrar por Amsterdã (risos)! Além disso, estou esperando um filho em Fortaleza, que deve nascer bem nessa época. Só vou depois que ele nascer.
Parabéns!
Obrigado.
E com tudo isso em mente, para quando podemos esperar o disco novo?
Estamos gravando. O estúdio, inclusive, fomos nós que montamos. Estabelecemos como meta terminar as gravações até o dia 15 de outubro. Depois do Skol, não vamos nem mais viajar pelo Brasil. Depois da tour européia, vamos finalizar tudo e espero que até dezembro o disco esteja pronto para o lançamento virtual.
Quem está produzindo o álbum?
É o Paulo, da Maximize Records, um selo de São Paulo especializado em e-music.
Vocês já tocaram em diversos festivais de rock, como o Abril Pró-rock, por exemplo, e agora se apresentam no Skol Beats. Como é essa relação entre esses dois mundos, o rock e a eletrônica?
Cara, por incrível que pareça, o Skol é apenas o segundo festival de música eletrônica que a gente vai participar. Todos os outros foram de rock. E sempre nos saímos bem. Considero o Montage uma banda de música eletrônica, mas compomos com métrica de rock, temos guitarras. Acho que o rock é uma coisa mais de atitude, postura, do que de sonoridade. Veja a Amy Winehouse. É considerada a roqueira número um em muitos lugares, e nem guitarra tem no show dela. Com a gente é parecido: é um show de rock sem bateria, mas com postura rock.
25.09.08 20:415 comentários

Quem for assistir ao show dos cearenses do Montage, sábado (27), no Skol Beats, pode esperar todo a androgenia, a bizarrice e o deboche que a apresentação da dupla Daniel Peixoto e Leco Jucá traz implícita. Mas espere também novidades! No estúdio há mais de um mês, o duo promete músicas novas, roupagem atual para faixas "clássicas" como "I trust my dealer", "Superdrug" e "Raio de fogo", além de mais apelo visual. E tudo no melhor estilo french-house. "O primeiro disco seguia mais a trilha do electro-clash de Nova Iorque, o que, para a época, fazia bastante sentido. Agora estamos nessa de tendência francesa...", diz, em entrevista para o .::musicness::., o vocalista Daniel Peixoto.
Ele revelou que o disco novo, ainda sem nome, deve sair até dezembro, após a turnê européia da dupla. Outra diferença: as letras, agora, serão mais autobiográficas, refletindo o que Daniel - que será pai mês que vem - viveu nos últimos anos, como a mudança para São Paulo e a deportação de Londres no final do ano passado.
Soube que vocês estavam gravando hoje...
Estamos preparando disco novo. Já faz um mês e meio que estamos nos empenhando no estúdio. Inclusive, vamos mostrar algumas músicas novas no show de sábado no Skol Beats.
E como vocês estão planejando esse próximo disco? A banda deve seguir o electro-punk-glam do primeiro ou vocês pensam em trilhar algo diferente?
Ah, esse trabalho vai ser muito diferente. Ele vai refletir o que eu e o Leco estamos ouvindo atualmente. O primeiro disco seguia mais a trilha do electro-clash de Nova Iorque, o que, para a época, fazia bastante sentido. Agora estamos nessa de tendência francesa...
Pode-se esperar algo na trilha de Justice então...
Exatamente. Estamos ouvindo muita coisa no estilo Ed Banger. Acho essa evolução natural. Mesmo as músicas antigas, ao vivo, foram repaginas para essa nova sonoridade. Nós fazemos música eletrônica, que é um gênero muito volátil. Por isso, acho que o músico precisa evoluir, senão ele vai soar datado.
E quanto às letras? Você já disse em outras entrevistas que as músicas do primeiro disco não tinham muito de autobiográfico. Como será dessa vez?
Esse álbum vai ser realmente uma invertida total no nosso trabalho. A maioria das novas músicas já está feita, estamos agora no processo de colocar as guitarras e a voz. E como sou eu que escrevo as letras, estou no meio de um grande desafio, já que desta vez está sendo o oposto do que compus antes: os temas, agora, são mais autobiográficos. Claro que o deboche e a temática da vida da noite continuam lá, mas vou falar também da vida pessoal, de Fortaleza e da mudança para São Paulo.
Para o pessoal aqui do sul é meio difícil associar Fortaleza com electro-rock ou até mesmo o glam. Como isso influencia o Montage?
Sabe, isso é um fator que nos beneficia - e muito! Como somos do Ceará e tocamos uma música diferente do que esperam de nós, fugimos do óbvio e as pessoas dão maior importância para a gente. Se fôssemos uma banda de forró em São Paulo vinda de Fortaleza, certamente ninguém ira nos notar. Mas como somos uma banda de electro que faz música eletrônica vinda de Fortaleza, todos nos olham. É um elemento a mais que certamente ajudou a popularizar o Montage aqui em São Paulo.
Todas as apresentações do Montage têm o ingrediente do bizarro, como a simulação de sexo, o mis en scene, ou isso depende do público? Como vai ser o show no Skol Beats?
O show do Montage não muda. Até porque a apresentação e a maneira como nos comportamos no palco fazem parte do que a banda é, e as pessoas vão esperando isso. O que muda na verdade é a estrutura. É diferente tocar num clube para 350 pessoas e num palco como do Skol, com as luzes, o soundsystem, aquele monte de gente assistindo. E estamos preparando uma atração a mais para o Skol. Teremos uma VJ no palco com a gente, a Astronauta mecânico. Gravamos uma espécie de clipe para cada música para acompanhar. Vai ser uma apresentação bem visual, além de sonora.
E aquele episódio no aeroporto de Londres, quando você foi deportado, já foi superado?
Na verdade não houve um trauma para ser superado. O que houve foi um problema sério que já passou. Foi mais uma questão legal. E o que eu fiz? Recolhi um monte de material que saiu na imprensa aqui - a repercussão foi enorme! - gravei um DVD com as reportagens na TV e levei tudo na embaixada da Inglaterra. Aproveitei a popularidade que o caso tomou para ajudar a diminuir o preconceito com todo mundo que vai para lá. E para mim, a coisa foi resolvida. Já consegui visto para voltar no fim de outubro. E o mais incrível foi que o episódio nos abriu mais canais para apresentações por lá.
Mas o caso chegou a influenciar as turnês internacionais?
Quando começamos o Montage tínhamos um fogo de fazer logo uma carreira internacional. Mas depois disso, e com o sucesso no Brasil, acabou ficando em segundo plano. Mas no fim de outubro finalmente iremos para a Europa. Ainda estamos fechando o número de shows e não temos as datas certas. O certo é que dessa vez vamos entrar por Amsterdã (risos)! Além disso, estou esperando um filho em Fortaleza, que deve nascer bem nessa época. Só vou depois que ele nascer.
Parabéns!
Obrigado.
E com tudo isso em mente, para quando podemos esperar o disco novo?
Estamos gravando. O estúdio, inclusive, fomos nós que montamos. Estabelecemos como meta terminar as gravações até o dia 15 de outubro. Depois do Skol, não vamos nem mais viajar pelo Brasil. Depois da tour européia, vamos finalizar tudo e espero que até dezembro o disco esteja pronto para o lançamento virtual.
Quem está produzindo o álbum?
É o Paulo, da Maximize Records, um selo de São Paulo especializado em e-music.
Vocês já tocaram em diversos festivais de rock, como o Abril Pró-rock, por exemplo, e agora se apresentam no Skol Beats. Como é essa relação entre esses dois mundos, o rock e a eletrônica?
Cara, por incrível que pareça, o Skol é apenas o segundo festival de música eletrônica que a gente vai participar. Todos os outros foram de rock. E sempre nos saímos bem. Considero o Montage uma banda de música eletrônica, mas compomos com métrica de rock, temos guitarras. Acho que o rock é uma coisa mais de atitude, postura, do que de sonoridade. Veja a Amy Winehouse. É considerada a roqueira número um em muitos lugares, e nem guitarra tem no show dela. Com a gente é parecido: é um show de rock sem bateria, mas com postura rock.
Subindo na vida

Como a vida não anda fácil para ninguém e na Inglaterra não existe Bolsa Família, o ex-punk e ex-ídolo de gerações John Lydon resolveu que irá fazer a próxima campanha da marca de manteiga Country Life. Hã?
Segundo um jornal inglês, ele foi escolhido por ser um "ícone" da terra da Rainha, assim como a tradicional marca de laticínio.
Agora, se o povo já estava achando estranho as propagandas da Microsoft com o Jerry Seinfeld, imagina neguinho tentando bolar anúncio de manteiga com um garoto propaganda que carrega a alcunha de Johnny Rotten.
Via NME.
24.09.08 14:39Deixe seu comentário

Como a vida não anda fácil para ninguém e na Inglaterra não existe Bolsa Família, o ex-punk e ex-ídolo de gerações John Lydon resolveu que irá fazer a próxima campanha da marca de manteiga Country Life. Hã?
Segundo um jornal inglês, ele foi escolhido por ser um "ícone" da terra da Rainha, assim como a tradicional marca de laticínio.
Agora, se o povo já estava achando estranho as propagandas da Microsoft com o Jerry Seinfeld, imagina neguinho tentando bolar anúncio de manteiga com um garoto propaganda que carrega a alcunha de Johnny Rotten.
Via NME.
Será por causa do marketing?

O baterista do Metallica Lars Ulrich em entrevista à Rolling Stone americana mostra que ainda tem muita mágoa guardada sobre a polêmica que a banda se envolveu quando processou o Napster e bloqueou o acesso dos fãs às suas faixas, em 2001. Note que quem trouxe o assunto à tona durante a conversa foi o músico (o Metallica, inclusive, disse que agora só concede entrevistas se o tema pirataria não estiver na pauta).
Para muita gente, até hoje, a banda deu um tiro no pé quando iniciou a ação contra o Napster. O episódio deu projeção ao criador da ferramenta, Shawn Fanning, na época de apenas 19 anos, e rendeu um tremendo marketing negativo ao Metallica. Ulrich se ressente mais da coisa toda por ter aparecido como porta voz da banda contra a pirataria durante anos e ter seu nome ligado à RIAA até hoje.
Se realmente o que incomodava era a grana ou não, é difícil saber. Mas que o músico mudou de opinião, não há dúvidas. Na época, suas afirmações sobre o assunto eram sempre bem pesadas (alguns diriam conservadoras demais para uma banda que fez fama por ser anti- establishment). Atualmente, Ulrich declara coisas como preferir ser uma banda independente das majors.
É bom deixar claro, contudo, que o cara tem todo o direito de reanalisar o que pensa. Aliás, o Metallica adora mostrar que mudou: já disponibilizou seu catálogo baratinho no próprio Napster e no iTunes, não demoniza mais os fãs (esse sim, talvez o maior pecado da trupe na história toda), e participa ativamente de iniciativas de desenvolver novos modelos para venda na internet (permitiram, por exemplo, que seu novo disco, Death magnetic, possa ser adquirido para ser jogado no Guitar Hero, além de já terem sido escalados como a próxima banda a ganhar um título próprio da franquia).
*****
Mas que o disco novo é ruinzinho, isso ele é.
Foto: Dariusz Lachowicz/wikimedia
22.09.08 19:091 comentário

As pessoas esquecem que para chegar a esse nível - os aviões e champanhe - vocês precisaram começar de baixo.
Essa é a coisa engraçada sobre essa história toda do Napster. Nove entre dez pessoas dizem "O que foi aquilo? Era sobre o dinheiro". Que se fodam essas pessoas. Não era sobre o dinheiro. Era sobre o controle. Nós estávamos comendo pratos de saladas de U$ 2,99 no Burger King no outono de 83. O dinheiro não importava. Dinheiro era um elemento prático. Não tinha nada atrelado a isso. Em 2008, não é um assunto sobre o qual nos sentemos e tenhamos longas conversas. Não é nada como "Como está o banco? Quanto dinheiro estamos fazendo?". Não tenho ligação emocional com o dinheiro. E, de repente, eu me tornei o ganancioso baterista dinamarquês por causa dessa história do Napster.
Dar as coisas de graça? Sem problema. A internet? Nenhum problema [O Metallica vende shows recentes no site da banda e oferece quase duas dúzias de concertos clássicos de seus arquivos de graça]. Mas quem toma essa decisão? Nós tomamos essa decisão. Eu darei todas as minhas porcarias de graça. Mas quando, onde e como eu decidir.
O baterista do Metallica Lars Ulrich em entrevista à Rolling Stone americana mostra que ainda tem muita mágoa guardada sobre a polêmica que a banda se envolveu quando processou o Napster e bloqueou o acesso dos fãs às suas faixas, em 2001. Note que quem trouxe o assunto à tona durante a conversa foi o músico (o Metallica, inclusive, disse que agora só concede entrevistas se o tema pirataria não estiver na pauta).
Para muita gente, até hoje, a banda deu um tiro no pé quando iniciou a ação contra o Napster. O episódio deu projeção ao criador da ferramenta, Shawn Fanning, na época de apenas 19 anos, e rendeu um tremendo marketing negativo ao Metallica. Ulrich se ressente mais da coisa toda por ter aparecido como porta voz da banda contra a pirataria durante anos e ter seu nome ligado à RIAA até hoje.
Se realmente o que incomodava era a grana ou não, é difícil saber. Mas que o músico mudou de opinião, não há dúvidas. Na época, suas afirmações sobre o assunto eram sempre bem pesadas (alguns diriam conservadoras demais para uma banda que fez fama por ser anti- establishment). Atualmente, Ulrich declara coisas como preferir ser uma banda independente das majors.
É bom deixar claro, contudo, que o cara tem todo o direito de reanalisar o que pensa. Aliás, o Metallica adora mostrar que mudou: já disponibilizou seu catálogo baratinho no próprio Napster e no iTunes, não demoniza mais os fãs (esse sim, talvez o maior pecado da trupe na história toda), e participa ativamente de iniciativas de desenvolver novos modelos para venda na internet (permitiram, por exemplo, que seu novo disco, Death magnetic, possa ser adquirido para ser jogado no Guitar Hero, além de já terem sido escalados como a próxima banda a ganhar um título próprio da franquia).
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Mas que o disco novo é ruinzinho, isso ele é.
Foto: Dariusz Lachowicz/wikimedia
Festival de electro-rock em Curitiba
19.09.08 18:064 comentários
Amanhã (20), tem arrasta pé responsa na capital paranaense promovido pelos núcleos festivos Porn e Fine Line. No line-up, além do Database, a cantora/produtora/DJ curitibana Jô Mistinguett. A festa, aliás, é uma "despedida" da moça, que segue em tour européia (que chic!) por nada menos que 40 dias. Batizada de 1º. Festival Electro-Rock de Curitiba, a festa acontece no Jokers Pub Café e, segundo a produção, não tem hora para acabar.
Lives
MOTTORAMA (Santa Catarina - www.myspace.com/mottorama)
SUPERPOSE (Santa Catarina - www.myspace.com/superpose)
MISTINGUETT LIVE (Paraná - www.myspace.com/jomistinguett)
DATABASE (Smartbiz São Paulo - www.myspace.com/databasetrax)
DISCOBOT (Santa Catarina - www.myspace.com/discobotishot)
Discotecagens
Marina Lang (Electro on the Rocks, 91 Rock)
Manolo Neto (Strike a Pose)
Radio Beat Rock (Porn DJs)
Preços
Mulher FREE até 00h; com flyer até 01h, R$ 10; após 01h, R$ 15
Homem até 00h, com flyer R$ 10; sem flyer R$ 20
Local
Jokers Pub Café
Rua São Francisco, 164 - Centro - Curitiba (PR)
(41) 3013 5164
http://www.jokers.com.br
Lives
MOTTORAMA (Santa Catarina - www.myspace.com/mottorama)
SUPERPOSE (Santa Catarina - www.myspace.com/superpose)
MISTINGUETT LIVE (Paraná - www.myspace.com/jomistinguett)
DATABASE (Smartbiz São Paulo - www.myspace.com/databasetrax)
DISCOBOT (Santa Catarina - www.myspace.com/discobotishot)
Discotecagens
Marina Lang (Electro on the Rocks, 91 Rock)
Manolo Neto (Strike a Pose)
Radio Beat Rock (Porn DJs)
Preços
Mulher FREE até 00h; com flyer até 01h, R$ 10; após 01h, R$ 15
Homem até 00h, com flyer R$ 10; sem flyer R$ 20
Local
Jokers Pub Café
Rua São Francisco, 164 - Centro - Curitiba (PR)
(41) 3013 5164
http://www.jokers.com.br




