Novo programa de rádio eletrônica estréia em Curitiba

O multi-emprendedor e DJ Sandro Horta manda avisar: estréia nesta quinta entre as 22h e 24h o novo programa DJCom Radio Show na sintonia 93,9 MHz (da nova rádio Mundo Livre FM).
Com apoio do site local Altos Agitos, o programa também deve dar uma geral na agenda dos fins de semana da capital paranaense. A DJcom é uma agência de DJs que tem conexões com labels internacionais do porte da Ministry of Sound, hed Kendi e Defected Records. E para ouvir o programa ao vivo você pode clicar no site da rádio como acessar o site da agência DJCom e do Altos Agitos, onde ele deve ficar arquivado.
Muito boa essa notícia, afinal até aqui só tinhamos o (ótimo) programa Electro On The Rocks (na Rádio 91 Rock) todos os sábados às 23h, com apresentação do DJ Mauricião e da jornalista Marina Lang (colaboradora aqui do Rraurl).
03.07.08 06:22Deixe seu comentário

O multi-emprendedor e DJ Sandro Horta manda avisar: estréia nesta quinta entre as 22h e 24h o novo programa DJCom Radio Show na sintonia 93,9 MHz (da nova rádio Mundo Livre FM).
Com apoio do site local Altos Agitos, o programa também deve dar uma geral na agenda dos fins de semana da capital paranaense. A DJcom é uma agência de DJs que tem conexões com labels internacionais do porte da Ministry of Sound, hed Kendi e Defected Records. E para ouvir o programa ao vivo você pode clicar no site da rádio como acessar o site da agência DJCom e do Altos Agitos, onde ele deve ficar arquivado.
Muito boa essa notícia, afinal até aqui só tinhamos o (ótimo) programa Electro On The Rocks (na Rádio 91 Rock) todos os sábados às 23h, com apresentação do DJ Mauricião e da jornalista Marina Lang (colaboradora aqui do Rraurl).
Fim de semana electrorock em Curitiba
01.07.08 19:533 comentários
Curitiba é assim. Tem fim de semana que não tem nada para fazer, em outros, muitos lugares para ir. Sabadão, dia 5, vou precisar me dividir em dois.
A amiga Marina Lang manda avisar: pela primeira vez em Curitiba, o projeto Gente Bonita Clima de Paquera, dos DJs Luciano Kalatalo e Alexandre Matias. No line-up também estarão Jô Mistinguett, Zoonoise (SC) e a Sandra Carraro.
Vai ser no Jokers Pub Café (Rua São Francisco, 164 - Centro). Mulher é free até 00h, depois disso, R$ 15. Homem, R$ 20.
Mais infos em www.jokers.com.br e www.gentebonita.org.
********
E o colega de blog Raul Aguilera promove, também no sábado, mais uma edição do seu projeto Rock Indahouse, na Vibe. Line-up com Raul Aguilera, Rodrigo Nickel, Renan Mendes, Bo$$ in Drama, Hill Mafra, Dova e Joel Guglielmini.
A Vibe fica na Rua Desembargador Motta, 2311.
********
UPDATE: Também no sábado, o roqueiro Kid Vinil abre a série de festas Hang the DJ especiais de aniversário do Vox Bar. O Vox fica na Rua Barão do Rio Branco, 418, Centro, fone 41-3233-8908, www.voxbar.com.br.
Ufa!
A amiga Marina Lang manda avisar: pela primeira vez em Curitiba, o projeto Gente Bonita Clima de Paquera, dos DJs Luciano Kalatalo e Alexandre Matias. No line-up também estarão Jô Mistinguett, Zoonoise (SC) e a Sandra Carraro.
Vai ser no Jokers Pub Café (Rua São Francisco, 164 - Centro). Mulher é free até 00h, depois disso, R$ 15. Homem, R$ 20.
Mais infos em www.jokers.com.br e www.gentebonita.org.
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E o colega de blog Raul Aguilera promove, também no sábado, mais uma edição do seu projeto Rock Indahouse, na Vibe. Line-up com Raul Aguilera, Rodrigo Nickel, Renan Mendes, Bo$$ in Drama, Hill Mafra, Dova e Joel Guglielmini.
A Vibe fica na Rua Desembargador Motta, 2311.
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UPDATE: Também no sábado, o roqueiro Kid Vinil abre a série de festas Hang the DJ especiais de aniversário do Vox Bar. O Vox fica na Rua Barão do Rio Branco, 418, Centro, fone 41-3233-8908, www.voxbar.com.br.
Ufa!
Não use o iTunes para fazer bombas!

O ótimo blog Freakonomics encontrou uma cláusula na licença de uso do iTunes que põe fim aos meus planos de fim de semana. Nela, o usuário concorda que não vai fazer nada ilegal com o programa.
Não consigo imaginar como alguém poderia usar o iTunes para fazer bombas. Talvez isso queira dizer que não se pode ouvir o programa enquanto você enriquece urânio para fins destrutivos.
É sabido que os EUA são o paraíso na Terra para processos judiciais por motivos estranhos, mas os avisos legais do programa, ao menos aos olhos dos brasileiros, parecem ir longe demais. Quer ver? Outro aviso é que você não pode usar o iTunes em nenhum sistema utilizado para suporte de vida.
26.06.08 20:497 comentários

O ótimo blog Freakonomics encontrou uma cláusula na licença de uso do iTunes que põe fim aos meus planos de fim de semana. Nela, o usuário concorda que não vai fazer nada ilegal com o programa.
... incluindo, sem nenhuma limitação, o desenvolvimento, design, manufatura, ou produção de mísseis nucleares ou armas químicas e biológicas.
Não consigo imaginar como alguém poderia usar o iTunes para fazer bombas. Talvez isso queira dizer que não se pode ouvir o programa enquanto você enriquece urânio para fins destrutivos.
É sabido que os EUA são o paraíso na Terra para processos judiciais por motivos estranhos, mas os avisos legais do programa, ao menos aos olhos dos brasileiros, parecem ir longe demais. Quer ver? Outro aviso é que você não pode usar o iTunes em nenhum sistema utilizado para suporte de vida.
O software da Apple não é voltado para operações em plantas nucleares, navegação aérea ou sistemas de comunicação, máquinas de suporte de vida, ou outro equipamento no qual a falha de software da Apple possa levar à morte, ferimentos pessoais, ou dano físico severo ou dano ambiental.
TIM Festival por aqui...
24.06.08 23:527 comentários
Tal como aconteceu com o Creamfields, que passou por dois anos em Curitiba e depois se mudou de mala e cuia para outras cidades, tudo indica que o TIM Festival seguirá o mesmo rumo e não realizará evento na capital paranaense em 2008.
Uma pena tendo em vista o sucesso (público, crítica, etc..) do evento no ano passado, e uma pena maior ainda ver que o maior evento de música de Curitiba em 2008 pelo jeito vai ser mesmo o Lupaluna (a.k.a. Lupalama, Lupalixo e por aí segue), aquele que ia trazer o Lenny Kravitz mas acabou tendo como grande destaque a babada nova Cláudia Leite.
Ter que desembolsar uns bons trocados a mais para ir até São Paulo ou Buenos Aires para poder ver um bom festival de música pode até valer a pena pela diversão que essas viagens costumam ser, mas ao mesmo tempo não há explicação razoável para uma lacuna desse tamanho na agenda de uma cidade que tem público disposto a pagar bem para ir em bons eventos (vide o próprio TIM do ano passado, a 1ª edição do Creamfields, e shows com ingressos na faixa de R$ 200,00 que tem enchido o Teatro Unicenp...).
Curadores e promotores de festival, olhai por nós, e rápido que o ano ainda está na metade!
Uma pena tendo em vista o sucesso (público, crítica, etc..) do evento no ano passado, e uma pena maior ainda ver que o maior evento de música de Curitiba em 2008 pelo jeito vai ser mesmo o Lupaluna (a.k.a. Lupalama, Lupalixo e por aí segue), aquele que ia trazer o Lenny Kravitz mas acabou tendo como grande destaque a babada nova Cláudia Leite.
Ter que desembolsar uns bons trocados a mais para ir até São Paulo ou Buenos Aires para poder ver um bom festival de música pode até valer a pena pela diversão que essas viagens costumam ser, mas ao mesmo tempo não há explicação razoável para uma lacuna desse tamanho na agenda de uma cidade que tem público disposto a pagar bem para ir em bons eventos (vide o próprio TIM do ano passado, a 1ª edição do Creamfields, e shows com ingressos na faixa de R$ 200,00 que tem enchido o Teatro Unicenp...).
Curadores e promotores de festival, olhai por nós, e rápido que o ano ainda está na metade!
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
music expresses that which cannot be put into words and that which cannot remain silent
music expresses that which cannot be put into words and that which cannot remain silent
Inversões legais contra a pirataria
23.06.08 20:493 comentários
O Parlamento suíço sueco aprovou uma lei que permite ao governo espionar todas as chamadas telefônicas e todas as sessões de rede que "deixem o país" (com o detalhe de que a regulamentação de telcom da Suíça basicamente inclui nessa definição toda ligação ou clique) atrás de trocas de arquivo "ilegais".
Em resposta, o site de torrents The Pirate Bay, que está hospedado na Suíça Suécia e que já até lançou partido político, vai disponibilizar uma "suíte" de programas de encriptação para ligações telefônicas em VPN de baixo custo e para proteger os drives e as redes dos usuários.
Agora meu pitaco: até acho que, dentro das bases legais, os governos precisam tomar medidas contra o que consideram pirataria. O problema é que vários países desenvolvidos estão criando leis radicais como essa, algumas sem discussão ou sem aprovação dos respectivos parlamentos, para proteger interesses de copyright, e não para proteger o interesse de seus cidadãos. Consegue ver a inversão aí?
No caso canadense já citado aqui no blog, onde o Ministro da Indústria, Jim Prentice, tenta aprovar a lei C-61, um similar arrochado do Digital Millennium Copyright Act (DMCA) norte-americano, a coisa é tão forte que até escanear fotos de aniversário vai ser considerado crime. Quebrar DRM de um CD que você mesmo comprou para ouvir no seu iPod então, vai dar cadeia. Acontece que por lá, a discussão está pegando fogo.
Dá para entender lobby, mas a discussão do que é pirataria ou do que os usuários de internet podem ou não fazer não pode ser definida apenas pelos interesses econônomicos e pressões das grandes gravadoras e dos estúdios.
Via Boing Boing
Em resposta, o site de torrents The Pirate Bay, que está hospedado na Suíça Suécia e que já até lançou partido político, vai disponibilizar uma "suíte" de programas de encriptação para ligações telefônicas em VPN de baixo custo e para proteger os drives e as redes dos usuários.
Agora meu pitaco: até acho que, dentro das bases legais, os governos precisam tomar medidas contra o que consideram pirataria. O problema é que vários países desenvolvidos estão criando leis radicais como essa, algumas sem discussão ou sem aprovação dos respectivos parlamentos, para proteger interesses de copyright, e não para proteger o interesse de seus cidadãos. Consegue ver a inversão aí?
No caso canadense já citado aqui no blog, onde o Ministro da Indústria, Jim Prentice, tenta aprovar a lei C-61, um similar arrochado do Digital Millennium Copyright Act (DMCA) norte-americano, a coisa é tão forte que até escanear fotos de aniversário vai ser considerado crime. Quebrar DRM de um CD que você mesmo comprou para ouvir no seu iPod então, vai dar cadeia. Acontece que por lá, a discussão está pegando fogo.
Dá para entender lobby, mas a discussão do que é pirataria ou do que os usuários de internet podem ou não fazer não pode ser definida apenas pelos interesses econônomicos e pressões das grandes gravadoras e dos estúdios.
Via Boing Boing
Entrevista: Kaskade
Praticamente freguês do Brasil e em tour por aqui, ele passa por Curitiba (19/06 - Liqüe), São Paulo (20/06 - Pacha) e Florianópolis (21/06 - Winter Music Play). Aproveitamos e batemos um papo via email sobre suas expectativas e pontos de vista sobre sua música e as novas sonoridades.
Antes, uma rápida apresentação do nosso entrevistado: Ryan Rddon (seu nome real) nasceu e foi criado em Chicago mas mudou-se pra São Francisco no começo desta década, onde começou a produzir e lançar pela OM Records (selo por excelência da house music norte-americana) até recentemente. Atualmente lançando pela Ultra Records, alcançou surprendente colocação no site de vendas de mp3 Beatport.
A house music de São Francisco cresceu e criou uma estética própria nessa última década. O que você herdou dos anos que morou em Chicago e o que transportou para o seu trabalho como DJ e produtor em São Francisco?
Era legal ser uma criança que fez parte daquele meio, ou pelo menos observar uma cena que era tão influente. Chicago está no coração de tudo que eu faço e é uma imensa influência no artista que sou hoje. Quando mudei pra São Francisco me liguei que algo estava fermentando e um novo som west coast estava sendo desenvolvido. Tendo visto tudo o que aconteceu em Chicago eu estava ansioso para ter meu próprio som e começar a criar minha música.
Um de seus maiores sucessos foi "It's You, It's Me", inclusive aqui no Brasil. Como você vê o seu processo de criação daquela época até seu mais recente álbum (Strobelite Seduction)?
Aquela música capturou de verdade um momento quando aquela sonoridade estava borbulhante e o mundo olhava pra São Francisco. Os tempos mudaram e meu estilo também. Eu continuo envolvido e sendo inspirado pelos novos sons e pelo que está acontecendo no underground.
Hoje vemos na cena eletrônica mundial uma rápida ascensão de novas sonoridades, como o electro house, minimal, space disco. Como é o seu diálogo com esses sons?
Tudo que soa novo e que me inspira me interessa. Presto menos atenção no gênero e mais no sentimento que a música está tentando transmitir. Se (o som) funciona e me intriga, então eu realmente não me importo como é chamado, eu sei que gosto daquilo.
Como você teve a idéia de trabalhar com o Deadmau5 no remix de seu novo single "Move for me"? Foi uma tentativa de fundir 2 propostas estéticas diferente? Como ficou o resultado?
Na verdade não é um remix, nós escrevemos e criamos a música juntos. Tive a idéia de uma colaboração com ele enquanto escutava sua música. Gostei muito de suas paisagens sonoras e senti que poderia escrever letras sobre a sua música, então entrei em contato e o resto é história.
Você considera que esse remix um marco na sua carreira pela colocação de vendas que ele alcançou no site Beatport?
Muitas das minhas músicas venderam bem no Beatport, mas eu acho que a razão pela qual esta foi tão bem em particular é que ela é a mistura de duas sonoridades que funcionaram muito bem juntas. Dois artistas fazendo uma boa colaboração causa interesse e eu acho que detona nas vendas.
Há novos projetos nesse sentido ou novos artistas com quem pensa em trabalhar (como foi com Deadmau5)?
Nada ainda nos meus planos mas desde essa colaboração eu estou surpreso em o quanto tenho sido procurado para trabalhar junto. Nos próximos 6 meses vou me divertir encontrando novos projetos pra trabalhar junto.
E hoje, quais DJs e produtores têm chamado sua atenção?
Thin White Duke
A sua primeira tour no Brasil foi em 2006. Na época, quais foram suas expectativas de tocar por aqui? E quais foram suas impressões gerais sobre as gigs e lugares?
Eu realmente não sabia o que esperar mas fiquei surpreso em quão bonito e sofisticado é o público. Fiquei chocado quando tantas pessoas cantavam junto as músicas que eu tocava. Sempre aguardo com boa expectativa a hora de tocar aí!
Você conquistou o público daqui, isso é fato. O que ele pode esperar nessa sua nova tour?
Uma grande noite com boas sensações, mãos para cima, músicas para cantar junto que vão agitar todo mundo.
Saiba mais:
www.kaskademusic.com
www.myspace.com/kaskademusic
Por Fernando Ribeiro com colaboração de Raul Aguilera
18.06.08 16:392 comentários
Praticamente freguês do Brasil e em tour por aqui, ele passa por Curitiba (19/06 - Liqüe), São Paulo (20/06 - Pacha) e Florianópolis (21/06 - Winter Music Play). Aproveitamos e batemos um papo via email sobre suas expectativas e pontos de vista sobre sua música e as novas sonoridades. Antes, uma rápida apresentação do nosso entrevistado: Ryan Rddon (seu nome real) nasceu e foi criado em Chicago mas mudou-se pra São Francisco no começo desta década, onde começou a produzir e lançar pela OM Records (selo por excelência da house music norte-americana) até recentemente. Atualmente lançando pela Ultra Records, alcançou surprendente colocação no site de vendas de mp3 Beatport.
A house music de São Francisco cresceu e criou uma estética própria nessa última década. O que você herdou dos anos que morou em Chicago e o que transportou para o seu trabalho como DJ e produtor em São Francisco?
Era legal ser uma criança que fez parte daquele meio, ou pelo menos observar uma cena que era tão influente. Chicago está no coração de tudo que eu faço e é uma imensa influência no artista que sou hoje. Quando mudei pra São Francisco me liguei que algo estava fermentando e um novo som west coast estava sendo desenvolvido. Tendo visto tudo o que aconteceu em Chicago eu estava ansioso para ter meu próprio som e começar a criar minha música.
Um de seus maiores sucessos foi "It's You, It's Me", inclusive aqui no Brasil. Como você vê o seu processo de criação daquela época até seu mais recente álbum (Strobelite Seduction)?
Aquela música capturou de verdade um momento quando aquela sonoridade estava borbulhante e o mundo olhava pra São Francisco. Os tempos mudaram e meu estilo também. Eu continuo envolvido e sendo inspirado pelos novos sons e pelo que está acontecendo no underground.
Hoje vemos na cena eletrônica mundial uma rápida ascensão de novas sonoridades, como o electro house, minimal, space disco. Como é o seu diálogo com esses sons?
Tudo que soa novo e que me inspira me interessa. Presto menos atenção no gênero e mais no sentimento que a música está tentando transmitir. Se (o som) funciona e me intriga, então eu realmente não me importo como é chamado, eu sei que gosto daquilo.
Como você teve a idéia de trabalhar com o Deadmau5 no remix de seu novo single "Move for me"? Foi uma tentativa de fundir 2 propostas estéticas diferente? Como ficou o resultado?
Na verdade não é um remix, nós escrevemos e criamos a música juntos. Tive a idéia de uma colaboração com ele enquanto escutava sua música. Gostei muito de suas paisagens sonoras e senti que poderia escrever letras sobre a sua música, então entrei em contato e o resto é história.
Você considera que esse remix um marco na sua carreira pela colocação de vendas que ele alcançou no site Beatport?
Muitas das minhas músicas venderam bem no Beatport, mas eu acho que a razão pela qual esta foi tão bem em particular é que ela é a mistura de duas sonoridades que funcionaram muito bem juntas. Dois artistas fazendo uma boa colaboração causa interesse e eu acho que detona nas vendas.
Há novos projetos nesse sentido ou novos artistas com quem pensa em trabalhar (como foi com Deadmau5)?
Nada ainda nos meus planos mas desde essa colaboração eu estou surpreso em o quanto tenho sido procurado para trabalhar junto. Nos próximos 6 meses vou me divertir encontrando novos projetos pra trabalhar junto.
E hoje, quais DJs e produtores têm chamado sua atenção?
Thin White Duke
A sua primeira tour no Brasil foi em 2006. Na época, quais foram suas expectativas de tocar por aqui? E quais foram suas impressões gerais sobre as gigs e lugares?
Eu realmente não sabia o que esperar mas fiquei surpreso em quão bonito e sofisticado é o público. Fiquei chocado quando tantas pessoas cantavam junto as músicas que eu tocava. Sempre aguardo com boa expectativa a hora de tocar aí!
Você conquistou o público daqui, isso é fato. O que ele pode esperar nessa sua nova tour?
Uma grande noite com boas sensações, mãos para cima, músicas para cantar junto que vão agitar todo mundo.
Saiba mais:
www.kaskademusic.com
www.myspace.com/kaskademusic
Por Fernando Ribeiro com colaboração de Raul Aguilera
Novo do Girl Talk: pague quanto quiser
O disco novo do figuraça e mashupper Gregg Gillis, o Girl Talk, vai ser lançado nas próximas semanas. O trabalho estará disponível, primeiramente, através do site Illegal Art. O preço? Bem, vai ser no estilo "pague quanto você quiser" inspirado pelo Radiohead. Afinal, para quem vive de colar música dos outros, nada mais justo. Gillis anunciou também que, "mais tarde", vai lançar um CD, para os fetichistas das rodelas de plástico.
Já vi o disco dando sopa por aí nos torrents da vida, mas convenhamos que aí é sacanagem. O esquema é aguardar o lançamento oficial e pagar umas doletas para o cara. Acho que esse tipo de iniciativa é que vai levar a música para frente daqui para frente.
Intitulado Feed the Animals, o álbum terá 55 minutos e deverá incluir mais de 300 samples (em entrevista à Billboard.com, o cara disse que dessa vez utilizou clássicos mais óbvios para preencher o disco). A produção é do Brian Eno.
O disco Night Ripper, de 2006, é imperdível. E o show do cara é simplesmente insano (tive a chance de ver no TIM Festival do ano passado). Na página do Myspace do músico, tem uma faixa nova para download.
16.06.08 21:00Deixe seu comentário

O disco novo do figuraça e mashupper Gregg Gillis, o Girl Talk, vai ser lançado nas próximas semanas. O trabalho estará disponível, primeiramente, através do site Illegal Art. O preço? Bem, vai ser no estilo "pague quanto você quiser" inspirado pelo Radiohead. Afinal, para quem vive de colar música dos outros, nada mais justo. Gillis anunciou também que, "mais tarde", vai lançar um CD, para os fetichistas das rodelas de plástico.
Já vi o disco dando sopa por aí nos torrents da vida, mas convenhamos que aí é sacanagem. O esquema é aguardar o lançamento oficial e pagar umas doletas para o cara. Acho que esse tipo de iniciativa é que vai levar a música para frente daqui para frente.
Intitulado Feed the Animals, o álbum terá 55 minutos e deverá incluir mais de 300 samples (em entrevista à Billboard.com, o cara disse que dessa vez utilizou clássicos mais óbvios para preencher o disco). A produção é do Brian Eno.
O disco Night Ripper, de 2006, é imperdível. E o show do cara é simplesmente insano (tive a chance de ver no TIM Festival do ano passado). Na página do Myspace do músico, tem uma faixa nova para download.
