Michael Jackson 5.0
29.08.08 21:051 comentário
Pois é, Ele chegou aos 50. E que impacto teve na cultura pop dos últimos 40 anos.
Mas, em vez de falar Dele, sua história, sua obra, sua importância, que é algo que já está sendo bem destrinchado por aí, o Bate-Estaca faz um tributo através dos tributos.
Seja como cover ou como sample, a música de Michael Jackson já temperou a música de artistas de todo tipo. Aí vai uma pequena amostra:
(Em tempo: queria muito ter colocado "Acid On House", do Renato Cohen, que pega um bifinho de "Thriller", mas não rolou por motivos técnicos)
Shinehead - Billie Jean
Michael Jackson - Billie Jean
The Residents - Kaw-Liga
Michael Jackson - Billie Jean
Jay-Z - Izzo (H.O.V.A.)
Jackson 5 - I Want You Back
Royal House (Todd Terry) - Can You Party
The Jacksons - Can You Feel It
Kanye West - Good Life
Michael Jackson - PYT (Pretty Young Thing)
Alien Ant Farm - Smooth Criminal
Michael Jackson - Smooth Criminal
SWV - Right Here
Michael Jackson - Human Nature
Ian Brown (ex-vocalista dos Stone Roses) - Thriller
Michael Jackson - Thriller
Double Trouble & Rebel MC - Just Keep Rockin'
Michael Jackson - Don't Stop 'Till You Get Enough
Mas, em vez de falar Dele, sua história, sua obra, sua importância, que é algo que já está sendo bem destrinchado por aí, o Bate-Estaca faz um tributo através dos tributos.
Seja como cover ou como sample, a música de Michael Jackson já temperou a música de artistas de todo tipo. Aí vai uma pequena amostra:
(Em tempo: queria muito ter colocado "Acid On House", do Renato Cohen, que pega um bifinho de "Thriller", mas não rolou por motivos técnicos)
Shinehead - Billie Jean
Michael Jackson - Billie Jean
The Residents - Kaw-Liga
Michael Jackson - Billie Jean
Jay-Z - Izzo (H.O.V.A.)
Jackson 5 - I Want You Back
Royal House (Todd Terry) - Can You Party
The Jacksons - Can You Feel It
Kanye West - Good Life
Michael Jackson - PYT (Pretty Young Thing)
Alien Ant Farm - Smooth Criminal
Michael Jackson - Smooth Criminal
SWV - Right Here
Michael Jackson - Human Nature
Ian Brown (ex-vocalista dos Stone Roses) - Thriller
Michael Jackson - Thriller
Double Trouble & Rebel MC - Just Keep Rockin'
Michael Jackson - Don't Stop 'Till You Get Enough
Bem-vindo a Jaguariúna
Jagauariúna conseguiu proibir "festas eletrônicas de longa duração" no município a tempo de quebrar as pernas da festa SOMA. Como diria Moby, "everything is wrong".
Jaguariúna é uma das capitais nacionais do "entretenimento" medieval conhecido como rodeio, onde brasileiros imitam cowboys americanos e a graça toda está em assistir, com uma cervejinha na mão, a tortura e humilhação de animais.
Basta uma "googlada" rápida para a gente constatar a deprimente folha corrida do tipo de festa que as autoridades de Jaguariúna preferem ter na sua cidade. Vale ressaltar que foi na saída de um rodeio que aconteceu um dos crimes mais chocantes do ano, quando um peão arrastou por 15 km e matou um cabo do exército que ficou preso na parte de baixo de sua caminhonete. Aí vai uma pequena seleção de fatos:
Vale Paraibano - junho de 1999
A dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano vai ser chamada à delegacia seccional de São José dos Campos para prestar depoimento nas investigações sobre a morte da estudante Regiane Maria de Souza.
Ela foi vítima de uma bala perdida durante a invasão da arena do Vale Rodeio Show, minutos antes do show da dupla, no último dia 20.
O tumulto foi incitado pelo cantor Luciano, que pediu para que o público - estimado entre 40 mil e 60 mil pessoas - invadisse a arena em função do atraso do espetáculo.
Folha de S. Paulo - abril de 2007
A Polícia Civil de Taubaté (130 km a noroeste de São Paulo) abriu inquérito para apurar a morte do peão de rodeio Rogério dos Santos Machado, 26, morreu no domingo (14). Ele foi pisoteado por um touro após cair do animal durante um rodeio.
G1 - outubro de 2007
O peão de rodeio Virgílio Gonçalves, de 35 anos, atingido por dois tiros na quinta-feira (11), faleceu às 15h deste domingo (14). Gonçalves foi baleado no rodeio de Novo Horizonte por um outro peão, que está foragido. Tricampeão em montaria em cavalos em Barretos (a 424 km da Capital), ele era considerado atualmente um dos melhores do país.
Site Lê Ouvê - abril de 2008
Três jovens brigaram no Parque de Rodeios Antônio Dante Oliboni no último sábado. Com uma faca, um menor acabou atingindo uma mulher.
Diário de Cuiabá - junho de 2008
A Polícia prendeu em flagrante um homem acusado de estuprar uma menina de 11 anos, durante a exposição agropecuária da cidade de Poconé, realizada no último final de semana. O homem, de 35 anos, trabalhava como palhaço de rodeio na exposição.
Folha Online - junho de 2008
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul ofereceu denúncia por homicídio doloso triplamente qualificado contra o peão Fágner Gonçalves, 26, que atropelou e arrastou por 15 km o cabo do Exército Leonardo Sales da Silva, 19, que morreu. O crime foi no último dia 7, na saída de uma festa de rodeio em Campo Grande.
Briga no rodeio de Mandirituba
26.08.08 20:2014 comentários
Isto é certo

Jaguariúna é uma das capitais nacionais do "entretenimento" medieval conhecido como rodeio, onde brasileiros imitam cowboys americanos e a graça toda está em assistir, com uma cervejinha na mão, a tortura e humilhação de animais.
Basta uma "googlada" rápida para a gente constatar a deprimente folha corrida do tipo de festa que as autoridades de Jaguariúna preferem ter na sua cidade. Vale ressaltar que foi na saída de um rodeio que aconteceu um dos crimes mais chocantes do ano, quando um peão arrastou por 15 km e matou um cabo do exército que ficou preso na parte de baixo de sua caminhonete. Aí vai uma pequena seleção de fatos:
Vale Paraibano - junho de 1999
A dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano vai ser chamada à delegacia seccional de São José dos Campos para prestar depoimento nas investigações sobre a morte da estudante Regiane Maria de Souza.
Ela foi vítima de uma bala perdida durante a invasão da arena do Vale Rodeio Show, minutos antes do show da dupla, no último dia 20.
O tumulto foi incitado pelo cantor Luciano, que pediu para que o público - estimado entre 40 mil e 60 mil pessoas - invadisse a arena em função do atraso do espetáculo.
Folha de S. Paulo - abril de 2007
Isto é errado

A Polícia Civil de Taubaté (130 km a noroeste de São Paulo) abriu inquérito para apurar a morte do peão de rodeio Rogério dos Santos Machado, 26, morreu no domingo (14). Ele foi pisoteado por um touro após cair do animal durante um rodeio.
G1 - outubro de 2007
O peão de rodeio Virgílio Gonçalves, de 35 anos, atingido por dois tiros na quinta-feira (11), faleceu às 15h deste domingo (14). Gonçalves foi baleado no rodeio de Novo Horizonte por um outro peão, que está foragido. Tricampeão em montaria em cavalos em Barretos (a 424 km da Capital), ele era considerado atualmente um dos melhores do país.
Site Lê Ouvê - abril de 2008
Três jovens brigaram no Parque de Rodeios Antônio Dante Oliboni no último sábado. Com uma faca, um menor acabou atingindo uma mulher.
Diário de Cuiabá - junho de 2008
A Polícia prendeu em flagrante um homem acusado de estuprar uma menina de 11 anos, durante a exposição agropecuária da cidade de Poconé, realizada no último final de semana. O homem, de 35 anos, trabalhava como palhaço de rodeio na exposição.
Folha Online - junho de 2008
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul ofereceu denúncia por homicídio doloso triplamente qualificado contra o peão Fágner Gonçalves, 26, que atropelou e arrastou por 15 km o cabo do Exército Leonardo Sales da Silva, 19, que morreu. O crime foi no último dia 7, na saída de uma festa de rodeio em Campo Grande.
Briga no rodeio de Mandirituba
Hard drink
Eu já tinha visto a barrinha de cereais Acelera, mas isso aqui me animou bem mais. Breve numa balada perto de você?
20.08.08 19:157 comentários
Eu já tinha visto a barrinha de cereais Acelera, mas isso aqui me animou bem mais. Breve numa balada perto de você?A volta de La Serenissima
14.08.08 19:552 comentários
Quer dizer que o prolífico produtor Riton, sob a alcunha de Eine Klein Nacht Musik, resolveu misturar um pouco de música clássica no seus beats obesos (o nome do projeto vem de uma música de Mozart e quer dizer "um pouco de música da noite").
Sua versão para "La Serenissima", de Vivaldi, é realmente um belo techno allegro vivace e, neste exato momento, tem frequentado sets de categoria por toda parte (também está no podcast do Aeroplane para o Resident Advisor; aliás, tem que ouvir...).
Eine Kleine Nacht Musik - La Serenissima
Mas a idéia não é nova. Em 1990, o projeto DNA, o mesmo que trouxe Suzanne Vega para a pista de dança com sua versão para "Tom's Diner", fez um Vivaldi pra lá de funkeado.
DNA - La Serenissima
Da mesma época, tinha essa aqui, com direito a vocalzinho meio bagaceiro.
Dilemma - In Spirit
Só que estes também não foram os pioneiros no conceito Vivaldi para as pistas. No começo dos anos 80, o projeto de italo-disco Rondo Veneziano, já tinha colocado batidas modernas sob a melodia de "La Serenissima"
Rondo Veneziano - La Serenissima
Sua versão para "La Serenissima", de Vivaldi, é realmente um belo techno allegro vivace e, neste exato momento, tem frequentado sets de categoria por toda parte (também está no podcast do Aeroplane para o Resident Advisor; aliás, tem que ouvir...).
Eine Kleine Nacht Musik - La Serenissima
Mas a idéia não é nova. Em 1990, o projeto DNA, o mesmo que trouxe Suzanne Vega para a pista de dança com sua versão para "Tom's Diner", fez um Vivaldi pra lá de funkeado.
DNA - La Serenissima
Da mesma época, tinha essa aqui, com direito a vocalzinho meio bagaceiro.
Dilemma - In Spirit
Só que estes também não foram os pioneiros no conceito Vivaldi para as pistas. No começo dos anos 80, o projeto de italo-disco Rondo Veneziano, já tinha colocado batidas modernas sob a melodia de "La Serenissima"
Rondo Veneziano - La Serenissima
Tributo a Isaac Hayes (1942-2008)
"Love..." chama a voz de profundeza abissal. "Love!" repete ela, agora num tom mais desesperado. A declamação continua, arrependida ("me aproveitei de você"), sofrida ("não consigo dormir, comer"), pedindo uma nova chance ("me ajuda amor"), mas com a sensação de que já é tarde demais ("nesse momento é você que vai rir por último"). Por baixo, arcos arrancam lágrimas de violinos, os mesmo usados pelos Racionais em "Jorge da Capadócia" e "Glory Box", do Portishead. A faixa se chama "Ike's Rap II", é de 1972 e é um dos momentos mais finos da carreira de Isaac Hayes.
"Minha música é muito, muito romântica e sempre exalta as mulheres", disse uma vez Isaac Hayes, que foi encontrado morto em casa, do lado de sua bicicleta ergométrica, na noite de domingo passado (10/8). Ainda não se sabem as causas.
Isaac não era só mais um sedutor do soul. Ele foi um dos que redesenhou as regras do gênero, no final dos anos 60, com seu álbum Hot Buttered Soul. O fato do disco só ter quatro faixas bem compridas, entre elas uma versão de 18 minutos para "By the Time I Get to Phoenix" e outra de 12 para "Walk On By", já demonstrava que aqui se estava experimentando uma black music muito mais expansiva, ambiciosa e sofisticada que as mensagens adolescentes de três minutos da Motown.
SOUL DE CINEMA
Em meio a luta pelos direitos civis negros e o feminismo, Isaac (junto com Barry White, Norman Whitfield e o soul da Philadelphia) estava entre os artistas que traduziu os anseios e gostos de uma emergente classe média negra através de temas adultos e instrumentação chique, consciência racial e arranjos complexos.
Tudo isso esta resumido em sua faixa mais famosa, vencedora de Oscar: o tema de Shaft, ponto de partida de uma leva de filmes chamados "blaxploitation", onde personagens (e, muitas vezes, clichês) negros eram o foco principal.
As guitarras feitas espinhudas pelo pedal wah-wah, os violinos deslizantes e os ataques de metais grandiosos da faixa seriam revisitados até enjoar pelo pop negro da primeira metade dos anos 70. "Theme From Shaft" também forneceu uma porção de ingredientes cruciais para o som que veio a ser conhecido como disco music.
Ecos de Isaac Hayes continuariam a ser ouvidos na música de pista quando surgiu a house em Chicago. Um dos hits do começo do gênero, "Love Can't Turn Around", de Farley Jackmaster Funk, fazia um belo empréstimo do groove de "I Can't Turn Around", que Hayes gravou em 1975.
Ah sim, como você deve ter lido muito por aí, Hayes era também a voz do chef de South Park.
11.08.08 22:108 comentários
"Love..." chama a voz de profundeza abissal. "Love!" repete ela, agora num tom mais desesperado. A declamação continua, arrependida ("me aproveitei de você"), sofrida ("não consigo dormir, comer"), pedindo uma nova chance ("me ajuda amor"), mas com a sensação de que já é tarde demais ("nesse momento é você que vai rir por último"). Por baixo, arcos arrancam lágrimas de violinos, os mesmo usados pelos Racionais em "Jorge da Capadócia" e "Glory Box", do Portishead. A faixa se chama "Ike's Rap II", é de 1972 e é um dos momentos mais finos da carreira de Isaac Hayes."Minha música é muito, muito romântica e sempre exalta as mulheres", disse uma vez Isaac Hayes, que foi encontrado morto em casa, do lado de sua bicicleta ergométrica, na noite de domingo passado (10/8). Ainda não se sabem as causas.
Isaac não era só mais um sedutor do soul. Ele foi um dos que redesenhou as regras do gênero, no final dos anos 60, com seu álbum Hot Buttered Soul. O fato do disco só ter quatro faixas bem compridas, entre elas uma versão de 18 minutos para "By the Time I Get to Phoenix" e outra de 12 para "Walk On By", já demonstrava que aqui se estava experimentando uma black music muito mais expansiva, ambiciosa e sofisticada que as mensagens adolescentes de três minutos da Motown.
SOUL DE CINEMA
Em meio a luta pelos direitos civis negros e o feminismo, Isaac (junto com Barry White, Norman Whitfield e o soul da Philadelphia) estava entre os artistas que traduziu os anseios e gostos de uma emergente classe média negra através de temas adultos e instrumentação chique, consciência racial e arranjos complexos.
Tudo isso esta resumido em sua faixa mais famosa, vencedora de Oscar: o tema de Shaft, ponto de partida de uma leva de filmes chamados "blaxploitation", onde personagens (e, muitas vezes, clichês) negros eram o foco principal.
As guitarras feitas espinhudas pelo pedal wah-wah, os violinos deslizantes e os ataques de metais grandiosos da faixa seriam revisitados até enjoar pelo pop negro da primeira metade dos anos 70. "Theme From Shaft" também forneceu uma porção de ingredientes cruciais para o som que veio a ser conhecido como disco music.
Ecos de Isaac Hayes continuariam a ser ouvidos na música de pista quando surgiu a house em Chicago. Um dos hits do começo do gênero, "Love Can't Turn Around", de Farley Jackmaster Funk, fazia um belo empréstimo do groove de "I Can't Turn Around", que Hayes gravou em 1975.
Ah sim, como você deve ter lido muito por aí, Hayes era também a voz do chef de South Park.
808080808080808
08.08.08 20:50Deixe seu comentário
Quem tem acompanhado os Jogos Olímpicos de Pequim deve ter lido sobre a obsessão que os chineses tem pelo número 8, que consideram símbolo de boa sorte.
Pois o blog Music Thing, excelente referência para produção musical, aproveitou o gancho para lembrar de um instrumento icônico para a música, em especial o hip hop e a eletrônica: a bateria TR 808, da Roland. Afinal, foi a primeira bateria eletrônica que não tentava soar como bateria de verdade, oferecendo um som bem característico.
O blog listou uma porção de links que fazem referência a 808, comol um mini-documentário feito para TV, clipes de Beastie Boys e 808 State, um artigo da Sound On Sound sobre a história do instrumento, lojas de kits de samples e outras coisas mais. Aula deliciosa!
Quatro faixas históricas que usaram a 808:
Afrika Bambaataa & Soul Sonic Force - Planet Rock
Quando Quango - Love Tempo
Todd Terry Project - Bango (To The Batmobile)
http://www.youtube.com/watch?v=2hvuwxDyx3I
Marvin Gaye - Sexual Healing
http://www.youtube.com/watch?v=GVTN5o9Kgu8
Pois o blog Music Thing, excelente referência para produção musical, aproveitou o gancho para lembrar de um instrumento icônico para a música, em especial o hip hop e a eletrônica: a bateria TR 808, da Roland. Afinal, foi a primeira bateria eletrônica que não tentava soar como bateria de verdade, oferecendo um som bem característico.
O blog listou uma porção de links que fazem referência a 808, comol um mini-documentário feito para TV, clipes de Beastie Boys e 808 State, um artigo da Sound On Sound sobre a história do instrumento, lojas de kits de samples e outras coisas mais. Aula deliciosa!
Quatro faixas históricas que usaram a 808:
Afrika Bambaataa & Soul Sonic Force - Planet Rock
Quando Quango - Love Tempo
Todd Terry Project - Bango (To The Batmobile)
http://www.youtube.com/watch?v=2hvuwxDyx3I
Marvin Gaye - Sexual Healing
http://www.youtube.com/watch?v=GVTN5o9Kgu8
Funk do trogolodita
07.08.08 20:302 comentários
Uma lenda do funk completou 65 anos recentemente. O nova-iorquino Jimmy Castor não ficou tão conhecido quanto James Brown ou George Clinton, mas o som de seu projeto Jimmy Castor Bunch influenciou gente como Kayne West, Todd Terry, Chemical Brothers, Prodigy e Grooveyard. Seu clássico "It's Just Begun" é um dos grandes hinos dos b-boys dos anos 70.
Em homenagem ao seu aniversário, aí vão três do mestre, que tinha uma certa queda por temas pré-históricos.
Jimmy Castor Bunch - It's Just Begun
Jimmy Castor Bunch - Troglodyte
Jimmy Castor Bunch - Bertha Butt Boogie
Em homenagem ao seu aniversário, aí vão três do mestre, que tinha uma certa queda por temas pré-históricos.
Jimmy Castor Bunch - It's Just Begun
Jimmy Castor Bunch - Troglodyte
Jimmy Castor Bunch - Bertha Butt Boogie
Patrice Baumel responde
Patrice Baumel leu meu comentário sobre sua faixa "Roar" e me escreveu defendendo seu trabalho. Com sua autorização, publico aqui a mensagem (vale ressaltar aqui a civlidade e a elegância do cara ao lidar com uma crítica negativa...)
"Oi Camilo,
Sua opinião sobre meu novo single no seu blog é muito interessante. Só queria te dar um pouco de perspectiva com relação a 'Roar'.
Originalmente, fiz a faixa só para mim como 'DJ tool'. Precisava de algo para dar às pessoas na pista um tipo de dinâmica diferente. Se você toca a mesma batida a noite inteira, chega uma hora que o efeito se perde. Eu acho que contraste é algo muito importante na hora de discotecar. Por 'Roar' usar tais dinâmicas diferentes - sem batidas e com sutileza - o próximo disco que você mixar vai te dar um grande empurrão. Minha intenção nunca foi que ele fosse escutado em casa mas estritamente na pista. Nas mãos de um bom DJ pode virar uma verdadeira arma.
Se você fala dele como 'fraude', me faz pensar como vê os milhares de discos que simplesmente se copiam uns aos outros, que são irreconhecíveis e não tem nenhum tipo de individualidade. Gostaria que as pessoas tomassem mais riscos na dance music, a maioria é muito conservadora, as regras muito rígidas. Basicamente, você me critica por ter quebrado as regras ao não incluir coisas ('seis minutos de um 'groove' sem bumbo, sem baixo...'). Teria sido fácil incluir todos os elementos tradicionais mas então nem estaríamos tendo esta discussão porque 'Roar' seria apenas mais um disco.
Respeito sua opinião e fico feliz que tenha começado essa discussão. Escrevo a você para compartilhar meu ponto de vista e ajudá-lo a me entender um pouco melhor.
Obrigado!
ciao Patrice"
05.08.08 20:2015 comentários
Patrice Baumel leu meu comentário sobre sua faixa "Roar" e me escreveu defendendo seu trabalho. Com sua autorização, publico aqui a mensagem (vale ressaltar aqui a civlidade e a elegância do cara ao lidar com uma crítica negativa...)"Oi Camilo,
Sua opinião sobre meu novo single no seu blog é muito interessante. Só queria te dar um pouco de perspectiva com relação a 'Roar'.
Originalmente, fiz a faixa só para mim como 'DJ tool'. Precisava de algo para dar às pessoas na pista um tipo de dinâmica diferente. Se você toca a mesma batida a noite inteira, chega uma hora que o efeito se perde. Eu acho que contraste é algo muito importante na hora de discotecar. Por 'Roar' usar tais dinâmicas diferentes - sem batidas e com sutileza - o próximo disco que você mixar vai te dar um grande empurrão. Minha intenção nunca foi que ele fosse escutado em casa mas estritamente na pista. Nas mãos de um bom DJ pode virar uma verdadeira arma.
Se você fala dele como 'fraude', me faz pensar como vê os milhares de discos que simplesmente se copiam uns aos outros, que são irreconhecíveis e não tem nenhum tipo de individualidade. Gostaria que as pessoas tomassem mais riscos na dance music, a maioria é muito conservadora, as regras muito rígidas. Basicamente, você me critica por ter quebrado as regras ao não incluir coisas ('seis minutos de um 'groove' sem bumbo, sem baixo...'). Teria sido fácil incluir todos os elementos tradicionais mas então nem estaríamos tendo esta discussão porque 'Roar' seria apenas mais um disco.
Respeito sua opinião e fico feliz que tenha começado essa discussão. Escrevo a você para compartilhar meu ponto de vista e ajudá-lo a me entender um pouco melhor.
Obrigado!
ciao Patrice"
